+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Blanco, entre o sono/sonho e o «dificílimo»

O treinador do Cáceres começa a pensar numa fase de promoção que não vê muito factível

 

Em casa 8 Roberto Blanco, ontem em seu domicílio do bairro de Montesol. - CÁCERES {BASKET}

JAVIER ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
10/05/2020

Foram semanas de tranquilo confinamento para Roberto Blanco exceto pela preocupação por sua família de Plasencia. Mas o treinador do Cáceres Património da Humanidade fez exercício e consumido {basket} e séries. Agora lhe chega um presente envolvido em suspense: seu plantel/elenco jogaria uma hipotética fase de promoção a Liga Endesa em Junho se se dão as condições. O toma como um grande sono/sonho, mas também vê «{difícilísmo}» que possa organizar-se.

«Foi uma alegria. Estávamos fazendo uma boa época e todos estávamos desejosos de jogar uns ‘{playoffs}’. É de elogiar que nosso clube tenha apostado em que possamos estar», comenta. O Cáceres ocuparia a vacante que se gerará com a renúncia do Palma.

No entanto, pouco/bocado tarda em sair a realista palavra já conhecida: «Vejo {dificilísmo} que possa jogar-se por questões sanitárias», aponta, por muito que assuma que não é «nenhum tipo de perito». «Não é fácil. O que está a fazer o clube é tudo o possível para reunir todas as condições no caso de que se possa jogar, mas o vejo muito complicado. Este é um sentir de todo o mundo», acrescenta.

Seus jogadores mantiveram durante dois meses a atividade mediante os planos desenhados pelo preparador físico Mario Hellín. «Está tudo em suas mãos, é nosso perito. ¿Eu? Estive solicitando informação e manejando ideias face ao futuro e agora me porei a estudar que se pode fazer se se joga realmente. Terei uma reunião com meus ajudantes, Javi Salas {yArmando} Gómez. Há um pequeno horizonte que temos que valorizar e que não nos vai a pegar/apanhar desprevenidos», revela.

{Leyma} Corunha, rival

O oponente no primeiro dos três partidos que o Cáceres teria que superar seria o {Leyma} Corunha. «O que sabemos deles não acredito/acho que sirva de muito. As equipas não teriam nada a ver com os que acabaram na altura própria», augura. «Nós não tinhamos tocado teto e nossas últimas vitórias com várias baixas o demonstra», aponta Blanco, contrário a que se abram as inscrições de novo. «Deve ter um número mínimo de jogadores dos que estavam. Se os clubes têm acedido a essa fase, é que os têm», acrescenta.

O treinador dá por facto/feito que, no caso de voltar à atividade, «é de sentido comum que {pasemos} testes para ver se estamos infetados, mas não há debate. Os sanitários som os que estão na primeira linha de batalha e som eles os primeiros que devem dispor deles».

E, se se chega a ter a oportunidade de tentar subir, a ordem é clara: «Se algo nos distingue é ser uma equipa trabalhador, orgulhoso e com umas ideias claras que certamente não perderíamos num momento tão bonito. Seria uma oportunidade {grandísima}. Os orçamentos se igualariam numa fase assim e todos teríamos opções».