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Arroyo e seu clube de {voley}

 

JOSÉ MARÍA ORTIZ
08/04/2019

Tenho utilizado este espaço em várias ocasiões para opinar sobre/em relação a o papel que, durante os últimos anos, vem desempenhando o Arroyo de voleibol/vólei no contexto do desporto extremenho. Sempre foram colunas de tom {halagatorio}, mesmo nos maus momentos, como no último descida/desmpromoção de categoria/escalão.

Neste caso tenho que sublinhar a boa nova da confirmação da classificação da equipa extremenho para disputar a fase de promoção à Superliga, categoria/escalão na qual já tem militado em anos anteriores. Pensei que neste ano ia ser diferente, com um projeto modesto, mas não. O Arroyo sempre é competitivo da mão de Adolfo Gómez, ‘{Tate}’, um tipo extraordinário como treinador e presidente e também alguém referente fuera dos pavilhões.

Com a humildade por bandeira e com uma equipa facto/feito a força de muitas horas de abnegado trabalho, a esquadra extremenha se tem ganho o direito a lutar por estar de novo na elite.

Me fascina a capacidade de ‘regeneração’ da entidade, à que algum deu por morta após o dorida descida/desmpromoção. Com a pedreira/formação como referência, e com Extremadura na cabeça na hora de confecionar planteis/quadros, aí estão as {arroyanas} metidas em pesca. Não sei se o conseguirão, mas a campanha já é um êxito.

Sempre tenho exaltado as virtudes dos que estão, mas também estiveram, com José Fragoso já fuera do projeto, embora evidentemente sempre seguirá/continuará estando quando se lhe necessite.

O exemplo que dá diariamente a capitã da formação, {Yohana} Rodríguez, é certamente igualmente valioso, representando um espelho onde olhar-se para qualquer que venha detrás. E que é que essa atitude tão positiva sempre, {aderezada} com um sacrifício que excede qualquer limite explicável, dá uns frutos com sabor a glória. Grandes.