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O Arroyo ganha e quebra sua má rajada

Javi Márquez e Aitor permitem ao conjunto/clube {arroyano} superar ao lanterna vermelha e afastar-se um pouco/bocado do descida/desmpromoção

 

ÁREA 11
08/04/2019

ARROYO 2

VALDELACALZADA 1

3Goles: 1-0, Javi Márquez, {min}. 9. 2-0, Aitor, {min}. 14. 2-1, Raúl, {min}. 77.

3Árbitro: {Broncano} Suárez. Cartões amarelos ao local {Chipu} e ao visitante {Pelu}.

3Estadio: Municipal.

3Espectadores: 350.

3Incidencias: Jogo/partido {dela} {trigesimosegunda} jornada de Terceira.

3Arroyo {CP}: Jiménez, {Álex} {Melli}, Juanjo Polo, Alberto Núñez, {Asier}, Víctor Guerra, {Chipu} ({Loren}, {min}. 65), Javi Martín (Javi Durán, {min}. 70), Javi González, Aitor, Javi Márquez (Jairo, {min}. 80).

3Valdelacalzada: {Pelu}, Jorge, {Kim} ({Mori}, {min}. 60), Iván, Raúl, Cristo, Michel, Luis, Santos (Mario, {min}. 70), {Nacho}, Alonso.

O Arroyo se impôs 2-1 ao lanterna vermelha mercê a dois tantos no troço inicial de Javi Márquez e Aitor. Raúl recortaria distâncias para os visitantes.

Não tinha o Arroyo mais opções perante o Valdelacalzada que ganhar. Os azul e branco, após uma dinâmica {malísima}, se mediam a um lanterna vermelha que além disso já tem poucas opções de agarrar-se à categoria/escalão. Não obstante, sim agarraram-se os amarelos a um jogo/partido que parecia dominado pelos locais.

Saltou vivo, agressivo e certeiro o conjunto/clube {arroyano} ao campo. Os dois primeiros adjetivos já se os conhecíamos; o terceiro supunha certa novidade para um conjunto/clube que durante tudo o curso tem {adolecido} de colagem/colada, mas que ontem quase deixou sentenciado o jogo/partido em quinze minutos.

Prestes a entrar no minuto dez faria o primeiro Javi Márquez após ser o homem mais atento num rejeite que deixava o guarda-redes visitante {Pelu} a um disparo desde fora da área dos {arroyanos}. No minuto 14 poria o segundo o conjunto/clube de Miguel Ángel Ávila num pontapé de canto que {acertaba} a rematar Aitor com a cabeça, ontem o {estilete} ofendido local.

MODERANDO OS NERVOS / A partir de aí se tranquilizou o Arroyo, sabedor de sua vantagem e de que deixar demasiados espaços poderia jogarle uma má passada. Dominó a bola a equipa de casa, mas não voltou a dispor de demasiadas aproximações. O melhor dos visitantes no primeiro ato seria Cristo, incisivo pela direita, mas que não encontrava demasiada associação em seus companheiros.

Ao pouco/bocado da reiniciação pôde aumentar sua conta o Arroyo, e Javi Márquez em particular, mas o disparo do {mediapunta} cacerenho acabar-se-ia indo alto.

Já entrando na reta final, quando apenas faltavam quinze minutos de choque, um passe filtrado entre os centrais por Javi Oliva, ex dos {arroyanos}, o recolheria Raúl para bater com sua canhota por abaixo a Jiménez. O tanto/golo, no entanto, não traria aparelhado mais perigo por parte visitante, embora sim despertou dúvidas nos {arroyanos} e certo murmúrio numa bancada que vê como seu plantel/elenco volta a ganhar e resolve urgências, embora sem afastar-se ainda da zona quente: fica a quatro pontos sobre/em relação a o perigo.