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O Ao-{Qázeres}, ao assalto duma campo/pista na qual nunca tem ganho

As jogadoras de Ricardo Vasconcelos se medem ao {Cadí} A {Seu} respirando crescente otimismo

 

{Arica} {Carter} procura uma companheira à que passar a bola. - F. VILLEGAS

JAVIER ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
26/10/2019

Juega o Nissan Al-Qázeres Extremadura um desses partidos que sim ou sim, cada época, perde. É a visita ao {Cadí} A {Seu} (20.00 horas) numa campo/pista que lhe esteve vedada ao longo/comprido de seus quatro anos de história na elite. Nenhum resultado foi apertado. Mais bem bem pelo contrário: 69-51 na época 2014-15, 68-56 na 2016-17, 70-39 na 2017-18 e 77-56 na passada campanha.

As jogadoras de Ricardo Vasconcelos tratarão que não se prolongue um malefício ao que se lhe podem procurar várias explicações. A principal é que o {Cadí}, instalado comodamente no ‘segundo degrau’ da Liga Feminina Endesa, costuma configurar melhores planteis/quadros que o Al-Qázeres. Mas também não também não convem esquecer o longuíssima viagem de quase 900 quilómetros –a parte final em estrada de dobro sentido– que costuma deixar fundido ao plantel/elenco, por muito que tenha todo o dia de hoje para descansar.

Motivos para ser otimistas há. As cacerenhas têm assinado um começo certamente acima do esperado, acumulando já três vitórias em cinco encontros. A chegada de um treinador e de um boa mão-cheia de jogadoras que não conheciam a competição apenas se está a pagar, pelo menos quanto a resultados. Todos tivessem assinado chegar a estas alturas com este balanço, que convida mais a pensar na classificação para a Copa de la Reina (mais ‘barato’ desde que se metem as oito primeiras) que em evitar as duas últimas praças/vagas que levam à Liga Feminina 2.

Vasconcelos disse não estar «surpreendido» de como está saindo tudo, mas mais bem «contente/satisfeito». «É o que podíamos fazer. Temos competido em todos os partidos, que é o importante. E temos nível para seguir/continuar melhorando», assinalou.

É fácil imaginar que apresentará a mesma guerra de desgaste que lhe permitiu ganhar três encontros e estar perto de fazê-lo nos outros dois. «Se o vamos a pôr muito difícil ao rival», prognosticou o português, que até soltou que «este é um jogo/partido que se pode tirar, embora não temos a obrigação de fazê-lo».

DOIS DERROTAS DURAS / Por seu lado, o {Cadí} A {Seu} também vai 3-2 e vem de dois partidos nos que não chegou a 45 pontos, embora tenha sido perante ‘grandes’ como o Perfumarias Avenida (37-73) e e {Lointek} {Gernika} (66-43). Sim que tem recuperado largamente o tom ofendido nesta semana na {Eurocup} perante o {Aluinvent} {DVTK} {Miskolc} (94-62).

Já não está {Andrea} {Vilaró}, que costumava exercer de ‘{pegamento}’, mas mantém a linha dos últimos anos de ser uma equipa muito {coral}, no qual muitas jogadoras dão, embora se calhar a mais destacada a nível estatístico é {Tinara} {Moore} (14,2 pontos e 7 ressaltos). Também tem à veterana pívot {Lucila} Pascua, ‘teto’ do basquetebol espanhol durante uma longa época com seu 1,96 mas já com um protagonismo muito residual.

O pessoal cacerenha melhorou seu estado físico geral, com {Laura} {Ferreira} e {Miriam} {Forasté} enfrentando o choque deixando atrás os problemas que arrastaram perante o {Bembibre}. Enquanto Paula Ginzo cada vez se parece mais a sua versão da passada campanha, justo antes da lesão que a afastou das pistas. Julia Melina viajou e poderia estriar-se se encontra boas sensações na joelho na qual tem tido continuadas dores desde pré-época. No entanto, María Romero continua a ser baixa.