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A {UTE} que começou a construir o hospital reclama 28 milhões

O Executivo regional estuda agora se pagar a indemnização

 

Imagem das obras no Hospital Universitário de Cáceres. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO caceres@exttremadura.elperiodico.com CÁCERES
24/10/2019

La Unión {Temporal} de {Empresas} ({UTE}) que começou a construção do novo hospital, formada por Placonsa, {FCC} e {Joca}, reclama à Junta de Extremadura 28,6 milhões de euros pelos danos que supôs a restrição do contrato no ano 2013. La resolução a levou a cabo o governo de José Antonio Monago devido a que, segundo justificou nessa altura o conselheiro de Saúde, Luis Alfonso Hernández Carrón, a empresa reclamava um modificado de 9 milhões de euros sobre/em relação a o projeto inicial e já tinha reclamado 9 milhões mais com anterioridade.

La construtora foi aos tribunais (primeiro ao contencioso 1 de Mérida e depois ao TSJEx) que estimaram que a resolução do contrato não se ajustava a direito porque a administração excedeu o prazo de três meses para notificar a resolução e o processo caducou e porque não se pode imputar à {UTE} o atraso na execução da obra. O erro também obrigou à Junta a devolver as garantias e avais confiscados à Unión Temporal de Empresas e pagar os interesses legais das quantidades/quantias executadas. Além disso deixou sem efeito a liquidação derivada da resolução do contrato, que atirou um saldo a favor da administração de 5,02 milhões de euros e na qual se acordou a confiscação dos avais de aprovisionamentos até 1,1 milhões de euros.

O que faz agora a {UTE} é reclamar uma indemnização pelos danos que produziu às três empresas a dissolução de dito contratador. Prejuízos tanto/golo económicos como de {reputación}. Segundo explica o advogado da construtora, Juan María Calero, ao rescindir-se o contrato a {UTE} teve que liquidar com as subempreitadas e porque a Junta proibiu que {FCC}, {Joca} e Placonsa pudessem contratar com a administração regional durante um ano. «Mantiveram essa proibição pelo menos até Junho de 2019 (devia ter terminado em Abril de 2017). O dano {reputacional} pelo bom nome das empresas é enorme, são empresas que trabalham no âmbito internacional», sublinha o letrado.

Por enquanto se apresentou uma reclamação administrativa à Junta de Extremadura para solicitar dita indemnização (a documentação se entregou no passado mês de Julho). Em caso de não receber/acolher resposta ou de não chegar a um acordo quanto à quantidade/quantia a pagar, a {UTE} irá de novo aos tribunais. Por seu lado a Junta de Extremadura esclarece que os serviços jurídicos estudam ainda a petição/pedido pelo que «até que não elaborem o relatório/informe não se tomarão decisões».