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UGT recorrerá diante da justiça o processo de transferência ao novo hospital

{Satse} também critica a atitude «{caciquil}» do SES aos sanitários

 

Pacientes no novo hospital. -

REDACCIÓN CÁCERES
09/05/2019

UGT apresentará um recurso de reposição e anuncia um contencioso administrativo diante da justiça pelo processo de transferência do pessoal ao novo hospital Cáceres proposto pelo Servicio Extremeño de Salud (SES) já que, no seu entender, incumpre o pacto de transferência intrahospitaleira subscrita com os sindicatos. Assim o confirmou a Efe o secretário do Sector de Saúde da {FeSP}-UGT Extremadura, Felipe Bachiller, quem explicou que neste pacto, que a administração «não apresentou reformar», se estabelece que acontece quando se fecha um centro hospitaleiro.

Segundo Bachiller, embora o complexo hospitaleiro de Cáceres o conformam dois centros: o Virgem da Montanha e o São Pedro de Alcántara, ao fechar-se o primeiro, «tudo o pessoal integramente tem que mudar-se ao novo hospital», salvo o dalgumas «especialidades médicas que agora mesmo não têm cabida na primeira fase deste último». No entanto, a administração propõe que em determinadas unidades como Urgências, o pessoal do Virgem da Montanha se enquadramento com o do São Pedro e a partir de uns critérios de «antiguidade», determinar «quem vai-se ao novo centro».

UGT mostrou seu «indignação» pela «nefasta» gestão da administração para cobrir as vagas derivadas do concurso de transferência do pessoal laboral da Junta nos diferentes centros de trabalho e tem exigido à Direção Geral de Função Pública que solucione de maneira urgentíssima as necessidades de pessoal nos diferentes serviços públicos. Num comunicado, tem indicado que principalmente onde existe «uma maior urgência», pelas características e os usuários aos que se atendem, são os centros com serviços de 24 horas, encontrando-se «o maior caos» nos centros urbanizações dependentes do {SEPAD}.

Para o sindicato, a Administração «deveria ter previsto as incidências que iam a produzir» e ter tido em conta as vagas para as petições/pedidos de cobertura destes postos, porque «nalguns centros há entre 10 e 15 postos de trabalho sem pessoal». Na sua opinião, a resolução definitiva do concurso «não pode ter um prazo tão curto para a incorporação», pois «não dá tempo a resolver estas necessidades» e considera que se deve «dar pelo menos uma margem de 15 dias antes da incorporação ao novo destino».

SOBRECARREGA / UGT advertiu de que a «falta de pessoal» nos diferentes centros está provocando «uma sobrecarrega de trabalho nos empregados, que se «vêem obrigados a dobrar revezo, perder seus descansos semanais, renunciar a autorizações, dar cobertura aos centros com a metade ou menos da plantel/quadro». Uns centros que além disso «já vêm suportando um défice de pessoal constante, devido à escassez das planteis/quadros de trabalhadores».

A reação se produz depois de/após que o SES anunciasse ontem que mais de 160 trabalhadores eventuais reforçarão o pessoal do Hospital Universitário de Cáceres, ao que se transferirão uns mil trabalhadores, segundo indicou o diretor gerente do SES, Ceciliano Franco. O diretor gerente justificou o reforço da plantel/quadro com mais de 160 eventuais, que se estão incorporando lentamente/pouco a pouco desde no passado mês de Dezembro, porque terá mais salas de operações, novas unidades e o alargamento doutras. Além disso, reconheceu que há diferenças de interpretação dos critérios estabelecidos para o transferência do pessoal. Sobre/em relação a o novo hospital de Cáceres, o secretário-geral do Sindicato de Enfermagem {Satse}, {Damián} Cimeiras, assinalou a Efe que entre os eventuais terá meio centena de profissionais de enfermaria, cifra que considerou «escassa». Cimeiras criticou a atitude «{caciquil}» da gerência do Área de {Saluds}, já que não informa nem à parte social nem aos serviços centrais de Mérida e sua forma de atuar «vai contra os direitos dos trabalhadores». Também, o diretor-geral do SES assinalou que em «qualquer momento» começarão as intervenções cirúrgicas no novo hospital de Cáceres, que arrancarão com as menos complexas.

Por outro lado, Franco assegurou que houve uma «aproximação importante» no aspeto económico do conflito das guardas localizadas de enfermaria apresentado pelos trabalhadores do Complexo Hospitaleiro de Badajoz, um coletivo que se concentrou às portas deste centro sanitário. No entanto, tem avançado que será «mais complexa» a negociação que apresentaram os sindicatos neste ponto, já que afeta a questões organizativas. Neste sentido, Cimeiras considerou escassa a cifra que tem posto sobre/em relação a a mesa o SES para resolver o problema de Badajoz, 400.000 euros ao todo, com o que a hora localizada fuera da jornada ordinária passaria de pagar-se a algo mais de 2 euros a superar os 6.