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O tribunal ordena que se investigue a {Pasadena} pelos ruídos de A {Madrila}

Também pede que se abra um processo contra {Figueroa} por falso testemunho. O solicita depois de/após que um dos vizinhos/moradores declarasse que lhe afetou este local

 

Os técnicos da Junta de Extremadura mediram o ruído de {Pasadena} Taças no ano 2012. - EL PERIÓDICO

SIRA RUMBO
11/01/2019

O Tribunal do Penal Número 2 ordena agora que volte a investigar-se a {Pasadena} Taças pelo caso dos ruídos de A {Madrila}. O faz a pedido da Procuradoria, depois de/após que um dos vizinhos/moradores declarasse no juízo que também se viu afetado pelos ruídos que emitia este local de taças (o estabelecimento já não está em funcionamento). Este bar estava num princípio incluído na queixa-crime criminoso/criminal que apresentou Cacerenhos Contra o Ruído, de facto foi um dos que fechou a Audiência Provincial de forma cautelar. Nele os técnicos da Junta de Extremadura realizaram também medições de ruído; por outro lado, após realizar várias investigações se arquivou a causa contra o mesmo e se lhe excluiu da queixa-crime apresentada.

A reiniciação das investigações contra {Pasadena} Taças se ordena depois de/após que uma das vizinhas declarasse no juízo que lhe afetavam os ruídos deste local. O Ministério Público solicitou nessa altura ao tribunal/réu/julgado que se investigasse seu testemunho. Essas apuramentos têm derivado na abertura duma nova causa contra este estabelecimento por um possível delito de poluição acústica, o mesmo pelo que foram condenados a penas de prisão onze hoteleiros de A {Madrila}. A partir de agora começará a instrução do caso, que poderia terminar na abertura de um juízo oral ou, de novo, no arquivo da causa.

Por outro lado o tribunal também solicita que se inicie um processo contra o presidente da associação Cacerenhos Contra o Ruído, Fernando García Figueroa (no auto do tribunal se lhe chama senhor Sánchez Polo por erro), por um possível delito de falso testemunho. O faz a pedido também do fiscal e da defesa da ex-presidente de Câmara Carmen Heras, porque no juízo declarou que quando Heras foi presidenta da Câmara Municipal foi a vários plenários/plenos para falar dos problemas de A {Madrila}. No entanto nas atas que deu o secretário se detalha que interveio em cinco sessões plenárias nas que tinha falado sobre a situação dos livreiros e do problema das águas {fecales} da avenida Virgem da Montanha, onde ele dirige uma livraria; mas segundo estas atas nunca referiu-se a A {Madrila}.