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Só/sozinho há 15 {nichos} adequados e se preparam mais no cemitério velho

Para a construção de mais {nichos} se deve concluir antes o contrato assinado com {Orizontia}. Ainda se tardará várias semanas para poder/conseguir reiniciar os trabalhos da alargamento

 

Familiares no cemitério no último dia de Todos os Santos. -

L. LUCEÑO/J. L. BERMEJO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
15/02/2020

O cemitério só/sozinho dispunha ontem de quinze {nichos} preparados para novos enterramentos. São para quinze dias, em Cáceres há uma média/meia de entre sete e oito coveiros à semana. Para garantir que tenha espaço suficiente se estão adequando {nichos} do recinto histórico do campo-santo, campas que têm uma antiguidade de mais de cem anos e cuja concessão de uso faz tempo que acabou, além disso se está recorrendo aos que vão ficando vazios em partes mais novas do campo-santo. A ordenança municipal estabelece períodos de concessão de cinco e trintas anos.

A esta situação se chega pelos contínuos problemas que tem tido o alargamento do cemitério que a Câmara Municipal adjudicou a {Orizontia}. A obra já se iniciou com atraso, começou meio ano depois de/após que se fizesse a proposta de adjudicação. Depois {Orizontia} subcontratou a {Aguaema}. E {Aguaema} paralisou os trabalhos em Novembro por não ter as garantias suficientes de que ia a receber pelos trabalhos que estava fazendo.

Desde então não se trabalha na alargamento do cemitério. O porta-voz do governo local, Andrés Licerán, detalhou ontem que em três ocasiões se tem tentado chegar a um acordo com {Orizontia} para resolver o contrato, umas tentativas que «não foram frutíferos» apontou o porta-voz. «Não podemos resolver o contrato de forma direta com a empresa porque a outra parte deve aceitarlo, e eles se opõem», acrescentou. A solução foi transferir o processo à Comissão Jurídica da Extremadura, órgão autonómico que tem entre suas competências decidir sobre/em relação a a nulidade dos contratos administrativos. O prazo que tem para resolver é de três meses, embora vai-se a tentar «que esteja antes», segundo precisou ontem Licerán.

Uma vez decidido o contrato com {Orizontia}, a pretensão do governo local é reiniciar as obras com um trâmites de urgência para encurtar os prazos. Tudo o sucedido no último ano com este contratador levou à Câmara Municipal a que se tenham que «tomar medidas pontuais para seguir/continuar enterrando no cemitério municipal, que consistem em abrir todas aquelas campas que têm mais de cem anos e que além disso não cumprem umas condições de manutenção e de cuidado, e aí é onde temos que estar agora mesmo enterrando», segundo precisou o porta-voz do governo no fim ontem da junta local de governo.

ADEQUAR / O porta-voz acrescentou que se deram instruções à Brigada de Obras da Câmara Municipal para que «adeqúe, {acondicione} e melhore as condições desses {nichos}, que não é um tema agradável, é um tema muito delicado com as famílias, mas uma cidade de 100.000 habitantes necessita o quanto antes dar solução a este problema».

«Também é urgente projetar uma fase nova de {nichos} -para além da da alargamento ainda sem terminar e que contempla 216 {nichos} e columbários-», detalhou {Liceran}, que acrescentou que para acometê-la se necessitaria um investimento de 1,2 milhões, que não está contemplada entre as previsões de despesa com cargo ao orçamento de 2020.