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«Se a mina vai aos tribunais, {pelearemos} nos tribunais»

«Dizem que criaria 300 empregos, mas destruiria mais no sector do turismo». O regedor responde aos passos de {Infinity} {Lithium} dizendo que «enreda muito»

 

O presidente da Câmara Municipal Luis Salaya numa comparência na Câmara Municipal. - FRANCIS VLLEGAS

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
23/10/2019

Nuevo {carpetazo} à mina de {litio}. Ontem voltou a deixá-lo claro o presidente da Câmara Municipal Luis Salaya, que deu um passo à frente ao assegurar que se o projeto de extração de mineral a céu aberto na serra da Montanha se {judicializa} para obrigar a mudar o Plano Diretor Municipal seu governo não se amedrontará. «Não sei o que pode passar. A nós ninguém nos tem ameaçado até agora, {confiemos} em que isto não seja assim, mas se vamos aos tribunais, {pelearemos} nos tribunais», assegurou o mandatário municipal numa entrevista que concedeu ao programa ‘Agora Extremadura’ em Canal Extremadura Televisão.

«É um ‘não’ definitivo porque é um debate superado», reiterou Salaya, que recordou que em dois moções plenárias seu jogo/partido votou contra do processo da empresa australiana {Infinity} {Lithium}. O dirigente socialista insistiu em que existe uma maioria cidadã muito larga que não quer esta iniciativa e que «para além de as campanhas publicitárias» que lança a promotora, «onde se está pedindo um nova autorização de investigação para comprovar se há {litio} é numa zona do Plano Municipal em Cáceres que não permite a extração mineira. Nessa altura aqui fica pouco/bocado debate, não pode ter uma mina onde não se pode extrair mineral e a Câmara Municipal de Cáceres já expressou por ativa e por passiva que não vai a permitir a extração porque não vai a variar o Plano de Urbanismo».

No entanto, a assinatura voltou a apresentar seu plano, ao que o presidente da Câmara Municipal foi taxativo ao sentenciar que «a empresa enreda muito com isto e continuamente lança titulares de reativação do projeto», mas a realidade é que «não há nenhuma mudança, não há nenhuma vontade de mudar esse Plano de Urbanismo». Luis Salaya disse que não está contra da minaria mas sim se resiste a um projeto que está a menos de 3 quilómetros do centro urbano da capital cacerenha.

DESTRUIÇÃO DE EMPREGO / Durante sua intervenção no programa que conduz o jornalista Javier Trinidad, admitiu que Cáceres necessita emprego, mas não os 300 «que no melhor dos casos, e fiando'ns muito do que propõe» {Infinity}, viriam a destruir muitos mais postos de trabalho no sector do turismo.

Outro assunto ao que respondeu o regedor foi à segunda fase do novo hospital. Neste sentido, confiou em que se possam obter os fundos europeus necessários para que a ser possibilismo no primeiro semestre do ano que vem se tenha o projeto. Também se posicionou sobre/em relação a os vertidos do centro hospitaleiro em O {Cuartillo} e recordou que a câmara municipal «está tomando amostras, mas lá de que me fie do pessoal do SES, para fazer sua própria comprovação», embora estimou que «se gerou excessivo alarmismo».

Finalmente, descartou que se voltem a realizar obras na rua {Alzapiernas} após os problemas originados com as escadas mecânicas; avançou que o bloco C da rua {Ródano} se derrubará para fazer em seu lugar um parque ou umas pistas desportivas, e defendeu o bom entendimento que mantém com o vereador não inscrito {Teófilo} Amores, «antes e depois de/após estar em {Vox}». Apelou à necessidade de apresentar um debate sobre/em relação a o futuro do Hospital Provincial e do aeródromo, mas com dinheiro sobre/em relação a a mesa e não prometendo iniciativas, concluiu, que logo não se possam cumprir.