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O São Pedro põe em marcha uma unidade para tratar os {asmáticos}

Permitirá aplicar os últimos tratamentos. Terá além disso uma consulta de enfermaria. A formam {alergólogos} e {neumólogos} e nela atenderão aos pacientes mais graves

 

Os especialistas que fazem parte da unidade multidisciplinar, ontem durante a apresentação da mesma. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO
08/05/2019

El {asma} afeta a 300 milhões de pessoas no mundo e a perto de 20.000 extremenhos, o que supõe o 5% da população adulta e o 10% dos meninos. De facto é a doença crónica mais importante nos mais pequenos. É uma doença crónica do aparelho respiratório, na qual os brônquios se inflamam e obstruem o passo do ar, o que dá lugar a sintomas como tosse, opressão no peito, apitos, falta de ar ou sufocação. Seu tratamento é crónico e diário/jornal e se administra de forma faseada até que se consegue controlar a doença. A administração desta medicação supõe o 1% das despesas da saúde pública.

Segundo os dados dados ontem pelo chefe do serviço de alergologia do hospital São Pedro de Alcántara, Javier Hernández, é a segunda causa pela que os pacientes vão ao {alergólogo}, por detrás da {rinoconjuntivitis}, e trata-se tanto/golo desde esta especialidade como desde a de pneumologia. Para unir conhecimentos o hospital São Pedro de Alcántara tem posto em marcha a Unidade Multidisciplinar do {Asma}, à que serão derivadas as pessoas que padecem {asma} grave (doentes que necessitam muito tratamento para controlar sua doença) ou de difícil controlo (aqueles pacientes aos que nem se queira lhes fazem efeito os medicamentos). Estará neste centro hospitaleiro embora se transferirá ao novo hospital quando se abra ao completo. Com o tempo se somarão à unidade outras especialidades como Pediatria ou Atenção Primária, para oferecer aos pacientes uma melhor assistência e que possam aumentar sua qualidade de vida.

«O que procuramos é conseguir a melhoria clínica dos pacientes através de uma assistência clínica coordenada com {neumólogos} e {alergólogos}», indicou ontem a responsável de qualidade da Unidade Multidisciplinar, María Isabel Alvarado. A previsão é aumentar o controlo da doença de um 41 a um 86% e reduzir os internamentos hospitalares e a visitas a Urgências um 78 e um 75%, respetivamente.

TRATAMENTOS MODERNOS / Nesta unidade se aplicarão modernos tratamentos para o controlo do {asma} {eosinofílica} e a {alérgica} (há quatro tipos de {asma} grave: estes dois anteriores, a {neutrofílica} e o {asma} por obesidade), que supõem o 70% do {asma} não controlada. Trata-se de medicamentos biológicos (têm princípios ativos que partem de material biológico) que o que fazem é ajudar a reduzir a inflamação dos brônquios. Trata-se de fármacos muito caros mas são «efetivos ao 90%», tal como afirmou ontem o chefe do serviço de Pneumologia, Fernando Masa.

A unidade contará além disso com uma consulta de enfermaria que se encarregará de oferecer aos pacientes educação sobre/em relação a a doença, com o fim de proporcionar ao doente os conhecimentos e habilidades necessárias para que aprendam a tratar sua doença e a ser estritos na toma de medicamentos, para conseguir assim um controlo mais efetivo. Para além de uma consulta para ajudar a deixar de fumar, já que a maioria destes pacientes são fumadores ou exfumadores.

A unidade se apresentou ontem, coincidindo com o dia mundial da doença, que neste ano celebra-se baixo/sob/debaixo de o mote ‘{Stop} ao {asma}’ cujas letras respondem à forma de atuar perante esta doença. «El {asma} se controla primeiro valorizando os Sintomas, depois temos de Testar a resposta, Observar e avaliar e Proceder a ajustar o tratamento», explicou o coordenador da unidade, Agustín Sojo.