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Salaya prescinde do diretor da escritório de Desenvolvimento Urbano

El câmara municipal planeia uma renovação deste organismo, na qual se enquadraria este cesse

 

Francisco José Leza. -

R. C.
01/07/2019

Na sexta-feira passada, 28 de Junho, recebeu a carta de despedimento, que será efetiva o próximo 30 de setembro. Francisco José Leza, diretor da escritório de Desenvolvimento Urbano que se criou no ano 2013 deixará de estar à frente do departamento este outono após seis anos de trabalho deste organismo, do qual foi o único diretor. El afetado defende o trabalho desempenhado no departamento neste tempo e desde o governo local evitam fazer declarações «por respeito, porque há um trabalhador implicado», segundo confirmaram a este diário/jornal fontes da equipa de governo. Em todo o caso, segundo avançaram, a cessação estaria relacionado com uma renovação do departamento que prevêem acometer face ao próximo curso político e que da que se estão ultimando os detalhes. Pelo tipo de contrato, a cessação devia comunicar-se com três meses de antecedência, e daí que se tenha dado agora transferência ao trabalhador do despedimento que se fará efetivo após o verão.

«Não quero sair pela porta de atrás, porque meu trabalho está facto/feito, e bem facto/feito», defende Leza em declarações a este diário/jornal. El ainda diretor da escritório sustenta que nos seis anos «tenho tratado de aplicar o regulamento facilitando soluções» e põe em valor o desenvolvimento de iniciativas como os primeiros passos para modificar o plano geral e o plano especial ou com a muralha; mudanças sobre/em relação a as zonas saturadas e as distâncias mínimas. Recorda além disso que foram capazes de desentupir a situação do projeto de El Corte Inglés (embora logo a empresa desistiu) e acometeram a legalização das pedreiras. Em todo o caso, não se produziram avanços em duas das questões que tinha sobre/em relação a a mesa: a ordenação de Charca {Musia} e do Polígono Pecuário. «El Polígono Pecuário tem uma idiossincrasia muito particular que requerem um planeamento ‘ad hoc’ e em Charca {Musia} se chegou a apresentar um plano aos proprietários», explica Francisco José Leza, que reconhece sentir-se doído por como se lhe transferiu a decisão. «Não quero pensar em possíveis motivos políticos, porque eu não tenho nenhum vínculo com nenhum jogo/partido», sustenta.

com polémica/ A posta em marcha deste organismo não esteve isenta de polémica. Se criou em 2013 baixo/sob/debaixo de o governo de Elena Nevado, que o levava no programa de 2011. Se convocou um processo seletivo para um contrato de alta direção (ao ser um contrato podia rescindir-se no futuro, cumprindo com os prazos legais) e chegou a paralisar-se porque foi recorrido pelo Colégio de Arquitetos, que entendia que a praça/vaga devia cobrir-se com um perfil treinador (um arquiteto) e não jurídico (advogado). Mas a Câmara Municipal rejeitou o recurso. Leza é licenciado em Direito e mestrado em Urbanismo e Ordenamento do Território. Exerceu em Madrid, tanto/golo na empresa privada como na administração, e se transferiu a Cáceres, donde procede, por motivos pessoais.