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{Salaya} põe firme/assine aos seus

O presidente da Câmara Municipal recorda o papel que devem ter os deputados no Congresso e o Senado e os convida a que trabalhem desde Madrid para impulsionar Cáceres e projetos vitalistas/vitais como um comboio digno, a muralha ou o abastecimento de água

 

No PSOE 8 Salaya junto a companheiros de jogo/partido, ontem na apresentação das medidas programáticas. - FRANCIS VILLEGAS

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
26/10/2019

Hubo um tempo no qual os deputados no Congresso e no Senado eram algo mais que o jarra do descrédito duma classe política agarrada aos cadeirões da capital do reino. Pelo contrário, estar em Madrid lhes dava prestígio porque serviam de ligação para que um presidente da Câmara Municipal {consiguiera} investimentos na cidade. Passou com Alfonso Díaz de Bustamante, cujas influências com ministros do Governo lhe valeram a construção do barragem do {Guadiloba}, o desvio ferroviário até Cáceres, o semidistrito da universidade, o início do Parque do Príncipe e as remodelações da cidade monumental. Três quartos do mesmo aconteceu com Juan Iglesias Marcelo, quem desde sua responsabilidade como senador impulsionou a declaração da capital cacerenha como Património da Humanidade pela Unesco, um título do qual temos tirado réditos suculentos.

Salaya é um desses tipos que diz as coisas com tanta {parsimonia} e serenidade que não te {das} conta até um bocadinho depois de/após que te tem metido um {zasca} de {órdago}. Ontem voltou a fazê-lo, não se sabe se intencionadamente ou não, para pôr firme/assine aos seus. Foi na sede provincial do seu partido, onde se convidou a jornalistas e militantes a um café informativo no qual os candidatos a ambas câmaras apresentaram as medidas programáticas do PSOE nas eleições legislativas do 10-N.

O presidente da Câmara Municipal, sem perder a face de criança bom, exigiu «um exercício de coordenação fundamental desde Extremadura para que nossos deputados lutem pelos interesses da nossa cidade, de como temos que atuar em Madrid para recuperar o Congresso como um espaço de diálogo e ter um papel reivindicativo». Atónitos, todos o ouviam enquanto o jovem crescido Salaya recordava que no oeste de Espanha «há uma região com problemas verdadeiramente, afastada dos debates de meninos ricos sobre/em relação a independência e identidade».

O regedor sabe que a única maneira de crescer é incluindo a Cáceres na {vertebración} racional do território para fazer-nos visíveis. Enquanto os restantes companheiros entoavam o {blablabla} do bloqueio, de Franco, da esquerda partidarista e da extrema-direita fascista, Luis Salaya lhes disse que por aí, não, que melhor se tragam de Madrid o acordo/compromisso de que terá um comboio digno, um novo abastecimento de água, uma muralha reabilitada e uma {internacionalizacion} das nossas empresas para que tenham uma oportunidade fora de aqui. Pois sim, assim deveria ser a política.