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A rotura/quebra duma tubagem deixa sem classe aos meninos de Infantil do Extremadura

Se tem estragado mobiliário e material escolar e se levantou o chão. Tem inundado o asa onde estão localizando estas salas de aula. Afeta a uns 150 alunos

 

A tubagem se quebrou num antigo quarto de banho de Infantil. - FRANCIS VILLEGAS

El água se filtrava ao exterior pelas gretas dos muros da fachada. - EL PERIÓDICO

SIRA RUMBO
11/01/2019

Os alunos de Infantil da escola Extremadura não têm podido regressar a classe depois das férias de Natal. Quando chegaram ao centro na quarta-feira passada encontraram-se as seis salas de aula deste ciclo {anegadas} de água, inundadas pela rotura/quebra duma tubagem da rede de abastecimento. Nem esse dia nem ontem puderam assistir a classe. A delegação provincial espera que esta manhã possam utilizar/empregar-se três das seis salas de aula afetando, embora num princípio aos pais se lhes aconselhou que até ao segunda-feira não levassem a seus filhos pela humidade que ainda se acumula nas dependências educativas afetadas.

A tubagem encontra-se num antigo asseio que agora se utiliza como armazém, contíguo a uma das salas de aula de Terceiro de Infantil. A água alcançou quase os cinco centímetros de altura e se filtrou ao exterior pelas gretas que têm os muros da fachada. A inundação tem estragado parte do mobiliário das salas de aula, material escolar que já foi peça sobresselente e os chãos, que se levantaram.

«El espetáculo que nos {encontramos} foi tremendo. A água corria como se fora um arroio e o cheiro a humidade era insuportável», indica Francisco Sánchez, secretário da Associação de Mães e Pais ({Ampa}) e cuja filha estuda numa das salas de aula afetando. Os pais exigem uma solução imediata e que se empreste maior atenção ao manutenção do centro.

{DESHUMIDIFICADORES} / Para secar a zona afetada tão cedo quanto possível, durante todo o dia se mantêm abertas as janelas por isso, embora o aquecimento da escola está em funcionamento, os meninos passam frio. Além disso hoje se instalarão {deshumidificadores} para que absorvam a humidade e se deixarão postos durante tudo o fim-de-semana. «Amanhã -por hoje- entre as salas de aula que já vão a estar listas e o resto de dependências disponíveis da escola se poderão restabelecer as classes para todos os alunos», indicou a delegada provincial de educação, María Luisa Guillén.

Por outro lado, os pais reclamam que comece a reforma da escola, orçamentada há dois anos. El centro se construiu em 1975 e desde então não se tem submetido a nenhuma reabilitação. «A escola está decrépito. Há mobiliário dos anos 70, necessita um plano integral», assinala o secretário da {Ampa}.

A reforma conta com um investimento de 650.000 euros, insuficiente para os pais, que pedem que se inclua no projeto a {reubicación} da caldeira e a construção de um sala de usos multiplos. Educação espera que a obra se adjudique na próxima semana e que comece no mês de Abril, para que possa estar terminada em setembro.