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A rotura/quebra duma {atarjea} provoca cheiros, ratazanas e uma loja fechada em {Alzapiernas}

O presidente da Câmara Municipal visitou a rua e comunicou a intenção da empresa de solucionar ontem mesmo o problema. Os empresários da zona, fartos destas obras, foram ontem a Saúde para tramitar uma denúncia

 

A {atarjea} ficou ao descoberto. - CEDIDA

Estado da obra, ontem de manhã. A previsão que a empresa segue/continua comunicando à Câmara Municipal é finalizar na primeira semana de setembro. - LOLA LUCEÑO

LOLALUCEÑO
22/08/2019

No temos de ser supersticioso para suspeitar que {Alzapiernas} têm algo de obra maldita. El projeto de instalação de umas escadas mecânicas na parte alta da rua, que se completará com novas escadas e rampas, acaba de sofrer seu enésimo contratempo. Os trabalhos para retirar a plataforma provisória de betão construída em Abril deixaram ao descoberto uma {atarjea} da rede de saneamento, ao afundar-se parte da estrutura. Os cheiros e a presença de ratazanas obrigam a uma loja de alimentação a permanecer fechada desde a tarde de terça-feira, e limitam a afluência a outros negócios, sobretudo a um terraço de hotelaria contígua. Os empresários da zona, que já não dão crédito, iniciaram ontem os trâmites para apresentar uma denúncia perante Saúde.

{Alzapiernas}, acesso principal dos turistas até a praça/vaga e o centro histórico, pela que passam 900.000 pessoas ao ano, realmente tem ido de traspés em traspés. À longa polémica pela falta de acessibilidade universal deste projeto, se uniu a paralisação por duas vezes das obras devido à aparecimento de antigas canalizações. A reforma previa estar lista em três meses, mas vista a demora, se suspendeu na Páscoa até passada a Feria de Maio para que os negócios não sofressem mais perdidas. Retomada em Junho, leva quatro meses de atraso e agora se produz este novo contratempo.

«Aconteceu na terça-feira à tarde, quando estavam levantando o betão provisório. Se vinho uma parte abaixo e ficou ao descoberto um grande buraco. Começou a sair um cheiro insuportável. Nós temos o terraço a poucos metros e evidentemente não se sentou ninguém essa noite. Mas é que hoje (por ontem) têm seguido/continuado sem tapá-lo até que ao meio-dia têm posto umas tábuas», explica {Mariví} {Márquez}, do Restaurante típico Os Ibéricos. A partir desse momento os incómodos têm começado a remeter.

Justo enfrente, na esquina de {Alzapiernas} com {Moret}, a loja de alimentação e {vinoteca} ‘Os Ibéricos da Extremadura’ nem sequer tem podido reabrir as suas portas desde que teve que fechar na terça-feira. «El cheiro não se pode aguentar, é vomitivo e se vêem ratazanas», descrevia ontem {Inés} {Márquez}, seu titular. «Aqui acontece uma coisa após outra, mas isto já é o último. Há um buraco grande e dois mais pequenos», lamentou Antonio Mateos, da Loja de ferragens Mateos-Rebollo, que tem o montra em {Alzapiernas} e o acesso por {Moret}.

De facto, uma representação dos empresários da zona apresentou-se ontem nas escritórios da Conselheria de Saúde, na avenida de Hernán Cortés, para denunciar a situação. «Nos têm facilitado um formulário que os afetados devemos cumprimentar. Queremos entregá-lo tão cedo quanto possível», explicou {Inés} {Márquez}. «Também fomos à Câmara de Comércio de Cáceres para pedir apoio neste processo, e nos têm respondido que já não têm gabinete jurídico e também não podem ajudar-nos com este tema», explicou consternado Antonio Mateos. «No sabemos a quem ir. Nos sentimos desamparados. El ruído, o pó..., tudo é desesperante depois de/após tantos meses, e agora a {arqueta}...», denunciou.

Para mais {inri}, os vizinhos/moradores também não têm claro que a obra vá a cumprir os prazos e acabar em seu data, o 3 de setembro, visto o estado atual de {Alzapiernas}. «Oxalá possam terminar em duas semanas, mas com só/sozinho ver a rua..., o {dudamos}. É certo que começaram a trabalhamos/trabalhámos também pelas tardes e que já não há dois trabalhadores, mas quatro, mesmo assim é difícil calcular quando estará tudo pronto/inteligente/esperto», assinala {Mariví} {Márquez}.

{SALAYA}: «HOY SE ARREGLARÁ» / El atual plantel/elenco de Governo municipal nunca esteve de acordo com a obra, que rejeitou enquanto esteve na oposição/concurso público. No obstante, o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, visitou ontem a zona e {departió} com os empresários para transmitir-lhes que também a intenção da Câmara Municipal é que esta reforma acabe o quanto antes. «Os negócios da zona nos informaram esta manhã da rotura/quebra no esgoto, rapidamente temos contactado com a empresa, que nos tem garantido que este acidente é normal/simples numa obra. Parece que ao retirar a plataforma provisória se tem picado uma {atarjea}. Nos asseguram que hoje mesmo ficará arranjado», matizou/precisou ontem o presidente da Câmara Municipal.

A câmara municipal segue/continua considerando a primeira semana de setembro como data final, «assim nos o diz a empresa», rubricou Salaya.