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A receita: impulsionar o emprego nos povos/povoações

 

Álvaro Sánchez Cotrina. -

ALBERTO MANZANO
22/07/2019

Qualquer que trate de internar-se nos problemas que em maior ou menor medida afetam a Extremadura, cedo se dará de bruços com a tristonha realidade da despovoamento rural. Para chegar até aí, o leitor pode conformar-se com a busca de informação e dados em organismos oficiais, arquivos e publicações especializadas, algo fácil hoje com ter um computador a mão; embora exista uma experiência muito mais viva: a de habitar nesses povos/povoações ou, quanto menos, passar ali uma época para ver como se estão vindo abaixo, por não dizer como se estão morrendo aos poucos.

Disso sabe muito o flamejante porta-voz do governo provincial, responsável de Repto/objetivo Demográfico, Desenvolvimento Sustentável e Juventude, e presidente da Câmara Municipal de Salorino, Álvaro Sánchez Cotrina, quem indicou que o trabalho das assembleias provinciais provinciais nestes anos foi «fundamental» em infraestruturas ou aconselhamiento, entre outros pontos. No entanto, quando começou a legislatura entendeu que «tinha que fazer algo mais», e foi bem como celebrou-se o primeiro congresso sobre/em relação a este assunto em Montánchez que provocou sua continuidade noutras províncias e um trabalho posterior de análise das conclusões.

Assim, Cotrina fez um percurso/percorrido pelas novas atuações que a Diputación de Cáceres tem em marcha focadas ao repto/objetivo demográfico, como o Plano Ativa, ou medidas para o emprego, infraestruturas, despesa corrente, cultura, desporto, «sempre respeitando a autonomia local». Igualmente, destaca que os trabalhos nestas zonas, na sua maior parte estão relacionados com o sector primário e implicam um grande esforço que muitos não estão dispostos a assumir. «Temos de potenciá-lo», sustenta o deputado.

Muitos desses povos/povoações carecem para além de serviços médicos em muitos quilómetros e muitas salas de aula vão ficando sem alunos. O turismo rural também é uma das formas de subsistência destas zonas mas não é suficiente para combater esta problemática.

Por isso, Cotrina indicou que apostam em a «inovação como instrumento chave para a recuperação da atividade no mundo rural, tendo em conta que muitas das ocupações tradicionais perderam seu lugar na sociedade atual». A instituição provincial compromete-se a impulsionar medidas concretas que se incorporem na planificação das administrações públicas e em seus orçamentos. Entre elas se contempla a introdução de medidas fiscais e ajudas económicas para a vida rural de famílias e empresas, iniciativas piloto ou apoiar o papel da mulher nos cenários rurais e na luta contra o despovoamento.