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Os proprietários de Capitol estudam alternativas para reabrir o prédio

Descartam seu uso na hotelaria e apostam em a linha de teatro e cinema

 

Áudio principal da sala Capitol com o pátio de poltronas. - FRANCIS VILLEGAS

GEMA GUERRA
11/10/2019

«Não tem nenhum sentido que siga/continue fechado». A fundação {Fundos}, proprietária da sala Capitol, expõe as suas propostas sobre/em relação a o futuro do prédio e aponta que sonda a promotores privados e públicos para reabrir as instalações no menor tempo possível. Nesse sentido, seu diretor-geral, José María Viejo, expõe em declarações a este diário/jornal que estudam opções privadas ou públicas para gerir a sala. Nessa linha, anota que já mantiveram conversações com a câmara municipal cacerenho para procurar alternativas a seu uso mas descarta que tenham recebido mais ofertas de promotores para fazer-se cargo da sala. Insiste, em qualquer caso, no interesse/juro de dar-lhe atividade. «Queremos que o prédio esteja a disposição dos cacerenhos», põe de relevo. Em relação a seu futuro uso, Viejo acrescenta que «não se fecham a nenhuma proposta» embora descarta seu uso na hotelaria «porque não o contempla a licença» e defendem que o espaço se siga/continue utilizando como teatro. «O ideal é que continuasse a ser o que foi até agora»

Por enquanto, os últimos promotores já têm devolvido as chaves à proprietária. A fundação {Fundos} tem sua sede em León e gere quase meio centena de salas de aula culturais, bibliotecas, espaços de terceira idade e salas de exposições, a maioria em Castela e Leão. Na Extremadura, para além de Capitol, é proprietária do sala de aula de natureza de Monfragüe em Torrejón el Rubio.