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Poços ‘perigosos’ em {Valdeflores}

Em Agosto, a fiscal de Ambiente já advertiu de que supõem um «perigo potencial». A associação cidadã transfere a documentação a Minas e à Câmara Municipal

 

Reprodução duma das ilustrações recolhidas na denúncia feita pública ontem pela associação. - ASSOCIAÇÃO {SALVEMOS} A MONTANHA DE CÁCERES

JOSÉ LUIS BERMEJO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
04/01/2019

A Associação {Salvemos} a Montanha de Cáceres fez ontem público num comunicado que se tem dirigido à direção geral de Minas e à Câmara Municipal advertindo do «perigo certo e grave» que supõem oito antigos poços mineiros em {Valdeflores}. O que se pede a ambas administrações é que «se fechem todos os poços mineiros abandonados que apresentem um risco para a saúde das pessoas e de seus bens». O pedido se acompanha com as coordenadas de localização dos poços.

Não é a primeira vez que se adverte sobre/em relação a o risco destes poços. Há um antecedente numa resolução ditada pela Procuradoria de Ambiente no passado mês de Agosto. Na mesma se concluía que não tinha indícios de delito nas sondagens factos/feitos por Tecnologia Extremenha do {Litio} ({TEL}), através de Extremadura {Mining}, em {Valdeflores}. Mas se informava de que na investigação realizada na zona por parte dos agentes do {Seprona} se detetou a presença de poços abandonados que supõem um perigo.

Em sua resolução, a procuradoria aponta que o que a investigação do {Seprona} permitiu constatar foi «o risco que supõe a existência de antigos poços mineiros com deficiências quanto à segurança das pessoas e animais que devem ser reparadas de modo imediato», acrescentando que procede «dirigir-se em tal sentido, para advertir do risco, à direção geral de Minas dada a profundidade dos poços {deficientemente} fechados». Na parte {dispositiva} da resolução se acorda comunicar a Minas «a existência de poços mineiros antigos com perigo potencial para pessoas e animais, com encerramento deficiente, sem oclusão superior, com o que existe um perigo {latente} dada a profundidade dos poços».

A direção geral de Minas ainda não tinha recebido ontem a denúncia da associação, que se apresentou na quarta-feira passada, acrescentando que no momento que se tenha a petição/pedido «se verificarão os dados e se tomarão as medidas que se requeiram».

Na Câmara Municipal também não se tinha ontem constância de que tivesse entrado por registo o pedido da associação, precisando's que uma vez que se receba «se estudará o assunto», embora se recordou que a competência em minas é da Junta, sendo esta administração a que em 2015 já se encarregou do selado de poços em Aldea Moret.

JANGADAS DE {LODOS} / No escrito/documento da associação também se indica que na zona de {Valdeflores} há «três conjuntos de jangadas de {lodos} e diversos cortes {edafológicos} realizados em 2018 pela empresa Extremadura {Mining}». O que se pede tanto/golo a Minas como à Câmara Municipal é que se restaurem os terrenos afetados «pelas jangadas de {lodos} e cortes» para previr danos ao ambiente.