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Pedem facilitar o acesso ao emprego público a pessoas com autismo

Até agora os da oposição com {TEA} entram no revezo de deficiência física

 

Ana Belén Salas e José Pérez, de {Aftea}, ontem na comparência na sede da associação em Cáceres. - ANTONIO MARTÍN

G. G. epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
04/01/2019

La associação de famílias de pessoas com transtorno do espectro autista ({Aftea}) pede que se facilite o acesso ao emprego público a pessoas com autismo na Extremadura. Numa conferência de imprensa que ofereceram a presidenta de {Aftea}, Ana Belén Salas, e o diretor, José Pérez, pediram que nas convocatórias de oposições/concurso público só/sozinho se contempla o autismo como uma deficiência física e não intelectual, pelo que na hora de apresentar-se a um convocatória de emprego público devem fazê-lo pelo revezo de deficiência física.

Nesse sentido, José Pérez, diretor de {Aftea}, apontou que a metade de pessoas com autismo têm deficiência intelectual e portanto reivindicou que quando o Centro de Atenção à Deficiência da Extremadura ({Cadex}) diagnostique a um candidato/candidata a uma praça/vaga pública com autismo especifique se tem ou não uma deficiência intelectual para que possam adaptarle o programa na hora de apresentar-se ao exame. «Acreditamos que é necessário diferenciar se uma pessoa com autismo tem ou não deficiência intelectual, que hoje não acontece, simplesmente se põe {TEA}», explicou Pérez. que assegurou que esta modificação «pouco/bocado custosa abriria uma oportunidade». Pérez insistiu em que «não se trata de uma vantagem, mas de perguntar o mesmo mas doutra maneira. La pessoa com autismo, se não realizam-se estas adaptações, mesmo tendo adquiridos os conhecimentos, pode suspender».

«Não é o mesmo que se examinem de 19 temas que de seis temas. Isto está criando desapontamento nalguns dos nossos usuários, dado que levam preparando-se em academias mínimo dois anos e meio e querem examinar-se como um mais», anotou Salas.

{Aftea} já fez patente esta reclamação na comissão de Saúde no passado ano. Neste sentido, tem solicitado que lhes dêem a oportunidade de examinar-se nos próximas provas de Março para subalternado do Servicio Extremeño de Salud (SES), com uma trintena de praças/vagas para pessoas com deficiência intelectual, e às que se estão preparando uns oito usuários da associação.