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Olga García comparecerá na Assembleia para informar da mina

 

JOSÉ LUIS BERMEJO CÁCERES
23/10/2019

Poucos políticos como Olga García, conselheira de Transição Ecológica, têm tido tão de perto o projeto da mina de {litio} de {Valdoflores}. Foi ela a que em Outubro de 2017, numa comparência numa comissão, confirmou que Tecnologia Extremenha do {Litio} tinha apresentado sendas pedidos/solicitações de exploração dos recursos mineiros vinculadas aos dois autorizações de investigação que nessa altura se tinham concedido. Nessa data era a diretora-geral de Minas. Amanhã comparece na Asamblea de Extremadura a pedido própria para «informar sobre a situação administrativa dos processos relacionados com os direitos mineiros em tramitação sobre/em relação a o {litio}».

Segundo reiterou ontem a conselheria, o objeto da comparência é «esclarecer como é o procedimento que se segue/continua e em aras a evitar possíveis interpretações que não se {ciñen} à realidade sobre/em relação a dito procedimento».

Sua comparência amanhã se produz só/sozinho uma semana depois de/após que se publicasse por sua conselheria o anúncio que submete a informação pública o projeto de investigação de dois quadrículas mineiras, que afetam ao espaço onde a empresa pretende escavar a mina a céu aberto. Administrativamente é uma fase inicial, mas do projeto de investigação se pode derivar um pedido de concessão da exploração. Também se produz duas semanas depois de/após que pela empresa se informar-se de sua planificação para começar a construção em 2021 e que a planta de transformação do mineral em {hidróxido} de {litio} esteja em 2023.