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No carro não se fuma

O tabaco tem umas 70 substâncias cancerígenas que ficam aderidas dez dias no veículo. Os enfermeiros cacerenhos desenvolvem uma campanha para que os meninos consciencializem a seus próprios pais

 

Escolares num oficina com t-shirts cheias de simbologia. -

Alunos simulam os efeitos do fumo num carro para uma família. -

LOLA LUCEÑO
01/07/2019

O lista dos riscos que correm os meninos expostos ao tabaco é realmente inquietante: mais crise {asmáticas}, menos peso, mais visitas ao hospital… A Organização {Colegial} de Enfermagem recorda que das 7.000 substâncias que contém o fumo do cigarro, está demonstrado que pelo menos 250 são muito nocivas e 70, além disso, cancerígenas. Os espaços pequenos e fechados elevam sua concentração e portanto seus prejuízos. O carro é uma autêntica batota/logro, já que as substâncias nocivas do tabaco impregnam o interior do veículo e se tem comprovado que se mantêm presentes durante dez dias.

Em Espanha, após a entrada em vigor da Lei Antitabaco, se tem demonstrado que a concentração de nicotina em adultos não fumadores se tem reduzido, mas não ocurreu assim no caso dos meninos. E isso porque no lar e no carro é onde mais se fuma e onde mais perigo há para a saúde dos mais pequenos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o 30% das mortes por tabagismo passivo no mundo se dá em meninos. Além disso, têm quatro vezes mais risco de sofrer um cancro de pulmão em sua vida adulta.

Apesar de isso, ainda são muitos os pais e outros familiares que acendem um cigarro quando vão como condutores ou acompanhantes dentro de um turismo no qual também viajam menores. Uma situação que inquieta aos enfermeiros, que decidiram pôr travão mediante o canal mais convincente que existe: os próprios meninos. A Escola Oficial de Enfermagem de Cáceres se tem tomado muito a sério o problema e decidiu ir às próprias salas de aula para combatê-lo. O ano passado se uniu à campanha #{CocheSinHumo}, posta em marcha pela Organização {Colegial} de Enfermagem, e as boas experiências obtidas nos centros escolares tem animado a este colégio a mantê-la sem data limite.

Porque não é o mesmo que um adulto receba uma recomendação por qualquer meio, que seja seu próprio filho quem lhe peça que apague o cigarro. Nada a ver. A campanha, que já chegou a centenas de meninos de diferentes colégios da província cacerenha, trata de sensibilizar sobre/em relação a os riscos que supõe o tabaco para o organismo. «Tentamos que os meninos de entre 5 e 10 anos sejam promotores de saúde, de modo que quando terminamos a conversa, levem mensagens claras a suas famílias», explica Carmen Luis Mayoral, vogal da Comissão Plenária do Colégio de Enfermagem de Cáceres, e profissional no Centro de Saúde de Torrejoncillo, implicada na campanha desde seus inícios juntamente com outros companheiros.

ÁGUA POR FUMO / As sessões são muito dinâmicas e sobretudo divertidas. «Nos o passamos genial, tanto/golo os meninos como nós», confessam os enfermeiros. Em primeiro lugar lhes transferem informação através de vídeos e conversas didáticas, para que os jovens conheçam a perigosa composição do tabaco e as suas consequências, desde a tosse crónica ao cancro. «Seguidamente {comenzamos} a atividade prática. Lhes levamos uns cigarros gigantes de goma espuma e {simulamos} que estamos num carro, volante incluído. Sintamos a dois meninos diante que fazem de pais e a outros dois que fazem de filhos. Quando se supõe que um adulto fuma, {cambiamos} as baforadas de fumo por um {spray} de água. Lhes surpreende e entendem que o fumo lhes chega do mesmo modo, mas com sérias consequências», relata Carmen Luis Mayoral.

Ao finalizar, os enfermeiros explicam aos alunos de maneira gráfica os benefícios para a saúde se se abandona o tabaco. Portanto, através de diferentes materiais (adesivos, chapas, folhetos, cartazes...), os escolares assimilam a mensagem e levam a os seus pais a informação e a consciencialização sobre/em relação a a importância de deixar de fumar. «O objetivo é oferecer o grande problema que supõe acender um cigarro no carro, já que por exemplo se gera mais poluição que nos bares quando estava permitido fumar dentro», esclarece a profissional.

E de nada vale abrir a guiché do veículo, não evita nenhum dano, dado que os efeitos nocivos do fumo seguem/continuam concentrando-se no interior. O testemunham mesmo estudos científicos/cientistas divulgados pelo Conselho Geral de Enfermagem. «E olho, porque não só/sozinho o fazem os pais, também alguns avós e tios, a sensibilização deve ser geral», recordam desde o Colégio Oficial de Enfermagem de Cáceres.

A mensagem está molhando. O próprio Ministerio de Educación, Cultura e Desporto, a Dirección General de Tráfico e governos regionais como a Junta de Extremadura se têm somado à campanha. Em vista de tudo isso, os diferentes colégios de enfermaria pretendem que as autoridades sanitárias redijam uma lei que proíba o tabaco nos veículos, sobretudo nos que viajam menores. «Simplesmente fumar meio cigarro num carro gera uma poluição dez vezes superior ao nível que já se considera perigoso. É realmente muito daninho para os meninos», insiste a enfermeira.

De facto, a mensagem deve extrapolar-se ao mesmo lar, a todos os recintos fechados, «porque as substâncias ficam aderidas embora se abram as janelas». Por isso, os professores e diretores dos centros escolares consideram esta iniciativa «imprescindível» para que os meninos conheçam os perigos do tabaco e sejam agentes de saúde em suas casas.

OUTRAS ‘CRUZADAS’ / Centenas de alunos de Navalmoral, Torrejoncillo, Coria ou a capital cacerenha já conhecem a campanha. De facto, o Colégio Oficial de Enfermagem de Cáceres mantém contactos com diferentes câmaras municipais através dos que realiza iniciativas de promoção da saúde. Por exemplo, os profissionais de enfermaria também levam às salas de aula de Ensino secundário o programa ‘O açúcar que nos rodeia’, que surpreende aos adolescentes quando descobrem o que em muitos casos ingerem.

«Neste caso lhes {mostramos} numerosos artigos e suas etiquetas. Lhes {detallamos} os {azucarillos} (4 gramas de açúcar) que incluem alguns produtos, por exemplo certos compostos de cauda ou bebidas energéticas. Os jovens ficam estupefactos», explica Carmen Luis Mayoral.

Tanto/golo a campanha #{CocheSinHumo} como o programa sobre/em relação a o açúcar estão a disposição dos centros educativos que desejem contactar com o Colégio Oficial de Enfermagem de Cáceres. H,