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Nevado agita o fantasma da mina em pactos posteleitorais entre PSOE e {Cs}

Sem grandes anúncios num balanço cheio de dados positivos do governo e críticas ao PSOE e a Vara. Pide agora «clareza» à Junta porque após o 26-M «não pode estar em nenhuma mesa de negociação»

 

Vereadores da equipa de governo, sorridentes, antes de começar o balanço. - FRANCIS VILLEGAS

JOSÉ LUIS BERMEJO
11/01/2019

La presidenta da Câmara Municipal, Elena Nevado, acompanhada por vereadores da sua equipa de governo, fez ontem balanço de 2018, ano que qualificou como «o da mina», o projeto promovido por uma multinacional espanhola e uma empresa australiana para extrair {litio} da Serra da Mosca. La presidenta da Câmara Municipal compareceu em seu dobro condição de regedora e de candidata do PP às eleições de Maio. Sua intervenção esteve cheia de dados positivos sobre/em relação a a gestão de seu governo e de recriminações à Junta, ao PSOE, jogo/partido que governa em Mérida, e ao presidente autonómico Guillermo Fernández Vara, aos que responsabilizou de ter {ninguneado} a Cáceres nos quatro anos da legislatura (2015-2019). «Não lembrança nenhum projeto --novo-- que a Junta tenha facto/feito em Cáceres», sublinhou. Esta vez, à diferênça de balanços de anos anteriores, não teve grandes anúncios.

De {Valdeflores}, Nevado recordou a rejeição do seu partido ao projeto e agitou o fantasma da mina em pactos posteleitorais. Salientou que Cáceres disse «um não rotundo» à intervenção na Montanha e insistiu em que a Junta «deve mostrar com clareza que pretende com este tema» porque «depois virão os pactos e isto não pode estar em nenhuma mesa de negociação», uma alusão a possíveis acordos entre PSOE e {Cs} após as eleições autonómicas e municipais de Maio.

Dos partidos com representação na Câmara Municipal e no parlamento extremenho, só/sozinho {Cs} não se tem posicionado contra do projeto de {Valdeflores}. O PSOE municipal sim mostrou sua rejeição à mina, embora Nevado reiterou que lhe preocupa a posição do PSOE porque pese «ao voto contra do grupo municipal, já temos visto como Pedro Sánchez dizia uma coisa quando era Pedro e outra quando era presidente».

La posição oficial da Junta, da que a presidenta da Câmara Municipal disse ontem que atua «com mutismo e obscurantismo» neste tema, se manteve invariável durante o último ano. A mensagem é que sua direção geral de Minas está obrigada a tramitar todos os processos que se apresentem, que se pediu, até em duas ocasiões, informação adicional à empresa, documentação que se está analisando, e que uma vez que se complete tudo o processo se submeterá a informação pública, processo no qual os cidadãos poderão apresentar suas alegações e as administrações competentes terão que entregar seus relatórios sectoriais.

SANCIONAR À EMPRESA / Sobre/em relação a o processo que a Câmara Municipal abriu à empresa pelos sondagens que realizou em {Valdeflores}, a regedora assegurou que se segue/continua com seus tramitação e confirmou que derivará numa sanção, «naturalmente, nós abrimos um processo com uma proposta de sanção» no que a empresa se tenha extralimitado.