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{Moctezuma} reclama uma solução para o {sinhogar} que dorme em suas ruas

Vive em {Atahualpa}, onde acumula lixo. Os vizinhos/moradores pedem sua limpeza. A Câmara Municipal tem tentado interná-lo e Cruz Roja lhe oferece comida/almoço e cobertores

 

Este {sinhogar} dorme na esquina da rua {Atahualpa} com {Caupolicán}, onde acumula dezenas de apetechos. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO
08/05/2019

Los vizinhos/moradores de {Moctezuma} reclamam uma solução para o {sinhogar} que dorme em suas ruas. Atualmente se tem instalado na esquina entre {Atahualpa} e {Caupolicán} mas anteriormente já esteve justo na porta da paróquia de Guadalupe e no parque situado enfrente. Tem uns 60 anos e chegou à capital cacerenha faz quatro, desde Múrcia, onde diz que tem família.

Diariamente se passeia pela cidade e recolhe/expressa eletrodomésticos, roupa, mobiliário e lixo que vai acumulando no lugar no qual dorme. Neste tempo não gerou nenhum conflito no bairro, mas a presença do lixo incomoda aos vizinhos/moradores porque pode gerar infeções. «De vez em quando se limpa a zona mas volta a acumularlo», assinala o presidente do coletivo de vizinhos, Julián Herrera.

A paróquia de Guadalupe tem {intenado} ajudarle em várias ocasiões. Através do pároco, Tino Escribano, conseguiram que se lhe expedisse o cartão sanitária para que lhe fora prescrita a medicação que necessita. E conseguiram que se lhe {realizara} um estudo sobre a sua situação para poder/conseguir incapacitá-lo e interná-lo num centro. O têm tentado até em duas ocasiões, por outro lado os serviços jurídicos estimam que está em plenário/pleno uso de suas faculdades mentais. E, sem uma ordem/disposição judicial, não se lhe pode internar.

Por mediação do Instituto/liceu Municipal de Assuntos Sociais ({Imas}), que realiza um seguimento a este {sinhogar} desde há anos, conseguiram que passasse uma época no centro psiquiátrico de Plasencia. Depois no Centro Vida de Cáritas, na capital cacerenha, onde chegou a viver um ano. Mas um dia decidiu ir-se embora e nunca regressou.

«Lhe temos ajudado no que temos podido, tanto/golo nós como a Câmara Municipal, que se tem interessado muito, mas se ele não quer não podemos fazer nada», se lamenta Tino Escribano. Faz muito tempo o pároco chegou a escrever um artigo neste diário/jornal no qual criticava que a justiça impedisse dar uma solução a esta pessoa. «Los cães vagabundos têm seus direitos melhor garantidos que certas pessoas», dizia e subscreve agora.