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A mina esquiva por agora a campanha

 

Plenário/pleno da Asamblea de Extremadura em sua reunião do passado quinta-feira. - ASSEMBLEIA

José Luis Bermejo
17/03/2019

Em Cáceres há muitos exemplos de interferências da Junta nas decisões do plenário/pleno da corporação local sobre/em relação a como planificar o desenvolvimento da cidade. Esses casos se remontam à etapa anterior ao estouro da bolha do imobiliário. Se fez com leis cujo fim era baixar os preços o preço da habitação pagando a cidade o custo de levar as casas a lugares onde o chão era não urbanizável e se tinham que criar serviços. Assim surgiu A Caminho para os rebanhos, o primeiro caso, Cáceres o Velho, o de maior tamanho, {Gredos}, O Junquillo e o Urbanização Universidade.

A autorização desta última condomínio derivou num processo judicial no qual tanto/golo o Tribunal Superior de Justicia de Extremadura como o Tribunal Supremo anularam as decisões políticas que permitiram sua construção porque se autorizou levantar habitações num chão que a corporação local, através do plano diretor municipal de urbanismo, tinha decidido proteger por seus valores ambientais. Quando a decisão judicial acabou sendo firme/assine o urbanização, com seu meio milhar de habitações, já estava construído. Teve que mudar o plano para acondicionar a nota do chão ao que tinha em cima e evitar que a Justiça {metiera} o pico e a pá para atirar o ‘ilegalmente’ facto/feito.

Faz dois meses voltou a apresentar-se o debate de que a Junta, através da Lei para uma Administração Mais Ágil, poderia impor a Cáceres decisões sobre/em relação a a ordenação de seu território para a implantação de grandes projetos empresariais. O assunto de fundo era o projeto da mina de {litio} em {Valdeflores}. O PP, através do governo local e a direção do jogo/partido, {abanderó} a rejeição aos artigos da lei que permitiam que as determinações dos projetos qualificados de interesse/juro autonómico prevalecessem sobre/em relação a o plano geral de urbanismo da cidade, que com sua proteção ambiental de {Valdeflores} impede o projeto da mina de {litio}.

O PSOE, que governa a Junta, eliminou essa possibilidade no debate da lei no plenário/pleno da Assembleia que se celebrou na quinta-feira passada e neutralizou um dos argumentos dos populares em seu campanha eleitoral. Embora a mina está e seguirá/continuará estando na campanha, desde a Junta, administração que tem que tramitar o processo da mina, se adia qualquer decisão, não só/sozinho tirando da lei os artigos polémicos, mas também não tendo pressa em tirar a informação pública o processo da concessão da exploração da mina, segue/continua em estudo e isso que faz já ano e meio que se apresentou o pedido. À Junta não lhe interessa que o processo da mina saia a exposição em plena campanha, o mesmo que à Câmara Municipal não lhe convem agora tirar o concurso da zona azul, que leva já mais de meio ano pendente duma nova licitação.

Por enquanto o projeto da mina de {litio} segue/continua aí, em trâmites. A oposição/concurso público ao mesmo une a PP, PSOE, Podemos e {Vox}. Só/sozinho Ciudadanos não tem tomado jogo/partido contra da iniciativa mineira em {Valdeflores}.