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Maltravieso reabre depois de/após 24 anos fechada ao público

Por enquanto somente é por um ano e em três grupos à semana formados por quatro visitantes e dois guias. Na terça-feira se ativa na web do Museu de Cáceres o registo de pedido/solicitação da primeira visita prevista para no sábado dia 6

 

Interior da gruta nos trabalhos de Primeiros Povoadores da Extremadura faz mais duma década - RUFINO VIVAS

JOSÉ LUIS BERMEJO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
28/03/2019

A conselheira de Cultura, {Leire} Igrejas, anunciou ontem que a gruta de Maltravieso se reabrirá ao público. Leva pelo menos vinte e cinco anos fechada às visitas, salvo de especialistas e investigadores. Serão visitas controladas, de grupos de quatro visitantes e dois guias técnicos da Junta, e começarão no sábado 6 de Abril. O objetivo é «medir o impacto e capacidade de resistência» da gruta às visitas, explicou Igrejas. O fim não é de promoção ou turístico, mas «experimental» e parte duma proposta feita pela comissão cientista que se constituiu para valorizar o estado da gruta e os riscos de sua abertura. Com o resultado que se obtenha se tomarão «decisões a futuro sobre/em relação a a capacidade de investigações na gruta e de novas visitas», acrescentou.

As visitas se farão em três turnos à semana, dois na terça-feira, de manhã e à tarde, e um no sábado, de manhã. Para conhecer o interior da gruta terá que registar-se na web do Museu de Cáceres ({museodecaceres}.{juntaex}.é). Será na terça-feira dia 2, em torno das 8.15 horas, quando se ative o registo para inscrever-se à visita de sábado dia 6. Se selecionarão aos quatro visitantes desse dia por ordem/disposição de inscrição, embora com o pedido terá que cumprimentar um questionário no qual se explique o perfil profissional do visitante e o motivo do interesse/juro. Na quarta-feira dia 3 se confirmará a visita aos {peticionarios} selecionados. Se fará através do correio electrónico que se terá que pôr na pedido/solicitação. Na quinta-feira 4 de Abril se abrirá o registo para as visitas de terça-feira 9 e se confirmará aos selecionados na sexta-feira 5 ou na segunda-feira 8 e assim sucessivamente. As autorizações são nominais e só/sozinho se poderá realizar uma inscrição por pessoa, salvo para os menores de idade, entre os 16 e 18 anos, que terão que ir acompanhados por um responsável. Nem menores de 16 anos nem pessoas com limitações médicas, como por exemplo problemas respiratórios, poderão participar nas visitas.

Igrejas detalhou que se toma agora a decisão de abrir a gruta porque sai duma proposta do comité de peritos e uma vez que «os indicadores atuais nos fazem ver que a capacidade de recuperação pela poluição que se tinha produzido --em etapas anteriores-- está agora mesmo num nível de estabilidade». Não se realizarão novas escavações, por agora não voltará a equipa de Primeiros Povoadores da Extremadura, e tudo se limita «a medir com pequenos grupos» os níveis de poluição que se podem produzir da gruta.

Até ao ano 1995 não tinha um controlo sobre/em relação a as visitas nem uma regulação das mesmas. Nessa data se fechou ao público coincidindo com que a Junta, administração competente na preservação do património, começou a trabalhamos/trabalhámos num projeto de conservação da gruta.

Igrejas fez o anúncio da reabertura de Maltravieso durante uma visita que realizou ao centro de interpretação da gruta, cuja informação se tem atualizado após a publicação há um ano de um estudo na revesta {Science} que concluiu que na gruta estão as amostras de pinturas rupestres mais antigas conhecidas e datou que se realizaram faz 66.700 anos, numa idade só/sozinho compatível com autores {neandertales} e pelo menos 20.000 anos antes da chegada do {homo} {sapiens} à península Ibérica.

Igrejas reiterou ontem que a posição de sua conselheria continua a ser «conservadora» em relação à abertura da gruta, mas que agora se dão as condições para dá-la a conhecer a «pequenos grupos» para medir o impacto das visitas na gruta e suas pinturas. Serão mais de 600 os afortunados que num ano poderão conhecer o interior da gruta. Até que passe esse ano «não se adotará uma decisão sobre/em relação a dar-lhe mais promoção ou que tenha um carácter turístico que agora acreditamos que não deve ter».

A publicação do estudo em {Science} tem dobrado as visitas ao centro de interpretação, de 2.500 a 4.000, e se espera chegar a 8.000. A associação de vizinhos de {Llopis} {Ivorra} já pediu que se {acondicione} um área de estacionamento na zona.