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A localização do PAC no São Pedro será «transitória»

A mudança do Virgem da Montanha se concretizará nos próximos dois meses. «Não há {visos} de reabertura de Cirurgia Vascular nem a curto nem a médio prazo»

 

EUROPA PRESS caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
15/02/2020

O gerente do Servicio Extremeño de Salud (SES), Ceciliano Franco, confirmou ontem que o Ponto de Atenção Continuada do hospital Nossa Senhora da Montanha se transferirá, «nos próximos dois meses», ao hospital São Pedro de Alcántara, mas incidiu em tratar-se duma localização «transitória» e se «procurará uma solução melhor». Franco explicou que se têm procurado locais mais centralizadores na cidade mas não se encontraram e «não se têm posto a disposição», pelo que se decidiu finalmente levar o serviço ao hospital São Pedro de Alcántara, o que dá aspetos «negativos» mas também «positivos». Numa entrevista concedida à cadeia SER e recolhida por Europa Press, o gerente reconheceu que a nova localização ficará afastada dalguns bairros da cidade, mas pelo contrário permite aceder de forma mais rápida às urgências do hospital e à realização de provas {diagnósticas}.

«Vamos a minimizar os aspetos negativos e a ficar-nos com os aspetos positivos», assinalou Franco, que apontou tratar-se duma localização «transitória» porque a ideia do SES é «procurar uma solução melhor». Franco considerou que a situação da saúde na cidade e a província é «boa» porque o maior/velho volume da atividade é «a satisfação» dos usuários e dos profissionais, mas o foco se põe nas «alterações» que existem e que têm um «eco excessivo».

Relativamente às mobilizações da associação ‘Deficiências do SES’ que reivindica uma saúde digna e que convocou um protesto o dia 21 em Cáceres, Franco disse que desconhece quais são suas petições/pedidos «à margem de o publicado nos meios de comunicação».

CIRURGIA VASCULAR / Sobre/em relação a o fecho do serviço de Cirurgia Vascular no Hospital Universitário de Cáceres confirmou que «não é de forma provisória», mas se tem fechado porque um relatório/informe de inspeção e duma mediadora aconselhava que «nas condições nas que se estava trabalhando não se podia dar segurança assistencial».

«Em princípio não há {visos} de reabertura a curto ou meio prazo porque o importante é assegurar a assistência em condições de qualidade», assegurou Franco, que não discute que Cáceres deva ter esse serviço, mas insistiu em que não se estava oferecendo o serviço com garantias pelos «altos níveis de absentismo» dos facultativos que atendiam o serviço.