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León e Nevado {ciñen} a motivos pessoais a decisão de Rafael Mateos de não seguir/continuar

«Aqui ninguém é imprescindível», assegura a presidenta da Câmara Municipal

 

Laureano León e Elena Nevado, ontem na sala de imprensa da Câmara Municipal. - J. L: B.

J. L. B.
28/03/2019

A presidenta da Câmara Municipal e candidata à reeleição pelo PP nas eleições autárquicas de 26 de Maio, Elena Nevado, e o presidente provincial do Partido Popular e vereador delegado de Cultura, Laureano León, circunscreveram ontem «ao âmbito pessoal e não ao político», segundo apontou León, a decisão de Rafael Mateos de não voltar a apresentar-se às eleições locais na candidatura do PP. Ambos coincidiram ontem na apresentação do certame internacional de vinhos e degustação de óleos/azeites que se apresentou na sala de imprensa da Câmara Municipal e que se celebrará na próxima semana em Cáceres. No fim do ato, os dois responderam a perguntas dos meios de comunicação sobre/em relação a a decisão de Rafael Mateos, que é o porta-voz do governo local e vereador de Trânsito e Policia Municipal e que na terça-feira assegurou que sua decisão de não voltar a apresentar-se se deve a razões pessoais e que não é fruto de discrepâncias dentro do plantel/elenco de governo.

«Nós conhecemos as razões pessoais de Rafael Mateos e as {respetamos}, o que tenho que dizer é que para mim foi e é um valor dentro e fuera da política e um magnífico colega (...) de Rafa só/sozinho posso expressar que tenho as melhores palavras para ele e o máximo respeito a uma decisão que é pessoal, não passou nem está passando agora por um momento pessoal fácil e tudo é respeitar», respondeu ontem a presidenta da Câmara Municipal à pergunta sobre/em relação a os motivos que lhe deu Mateos para não seguir/continuar na candidatura que encabeça para as municipais e como valoriza essa decisão.

Sobre/em relação a a mesma questão, o presidente provincial dos populares respondeu que o deve «responder a pessoa interessada porque são questões que são do âmbito pessoal e não do político».

Noutro momento da intervenção de ontem e à pergunta de se se tentou convencer a Mateos para que seguisse/continuasse, Nevado reiterou que «não temos que convencer a ninguém, somos uma equipa no qual se respeitam as decisões de cada um a nível pessoal e já está, aqui ninguém é imprescindível, todos somos prescindíveis, nós estamos impulsionando um projeto político, não um projeto pessoal, {contamos} todos, mas ninguém é imprescindível».

Mateos soou como substituição de Nevado à frente da candidatura do PP à Câmara Municipal até uns dias antes da proclamação de Nevado para que voltasse a optar à reeleição. Na terça-feira, Mateos desligou sua decisão de não seguir/continuar com seu não proclamação como candidato à presidência da câmara municipal, «não tem nenhuma relação», reiterou, precisando que sua decisão de não continuar é «exclusivamente pessoal» e tomada dentro de um âmbito «familiar, profissional e laboral».

MAIORIA / Questionada ontem sobre/em relação a declarações do porta-voz de {Cs} na Extremadura, Cayetano Polo, em relação a possível pactos posteleitorais, Nevado achou que Ciudadanos «o único que quer é chegar ao governo e tocar pedaço, já seja com o PSOE com o PP ou com quem proceda, e nós o que estamos é tentando ter uma maioria suficiente para que possamos governar para todos, como fizemos sempre, não vamos especular com {futuribles}, nós saímos a ganhar e a ter uma maioria tão larga que nos permita governar em solitário porque quando um não tem uma maioria para tomar uma decisão depende de minorias que apresentam questões como que não tenha orçamentos».