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Fuente Fría volta a presumir de lírios

Limpam lixo e erva acumulada nos margens para pôr em valor as flores autóctones

 

Trabalhos 8 Voluntários, ontem nos trabalhos para limpar a erva da zona de Fuente Fría. - ANTONIO MARTÍN

R. C. CÁCERES
27/10/2019

Igual que os árvores às vezes não deixam ver o floresta, também não a erva invasora permitia ver os {lírios} autóctones com os que há três anos {repoblaron} a beira da Ribera del Marco no troço de Fuente Fría. Ontem a planta voltou a luzir depois da intervenção ambiental organizada pela Associação de Amigos da Ribera del Marco, a Associação para a Recuperação {del Bosque} Autóctone ({ARBA}) e a Universidad Popular e executada por uma trintena de voluntários que limparam primeiro de sujidade (tinha restos como garrafas de plástico ou vidro e {toallitas}) e sujidade (com invasoras como o {correvuela} ou um {plantón} do árvore do céu) e depois colaboraram para {entresacar} os lírios que tinha plantados no troço mais próximo à fonte.

Os levaram também a outros pontos próximos, com o fim de ir alargando a zona de expansão desta planta, que é autóctone da charca do Quadro, (o documentou em 1937 o professor {Abilio} {Rodrígez} {Rosillo}) e que querem levar ao resto do leito do riacho, depois de/após que no 2016 o biólogo Juan Ramos Sánchez conseguisse recuperá-lo dentro duma atividade que levou a cabo com os seus alunos do {IES} Norba Caesarina.

«Tinhamos conseguido extrair parte da flora que ficava na charca do Quadro para ir levando-a a outros pontos da ribeira como a ilhéu direccional da {Huerta} do Conde (à altura do Hospital San Pedro de Alcántara) e agora este», recordava ontem assinalando aos lírios. Agora estão aparentemente secos, pelo estado de {latencia} que mantêm durante os meses frios, mas a ideia é que ao {brotar} quando chegue a primavera, possam luzir no emblemático canto de Fuente Fría.

Cidade sustentável

«É uma zona muito especial da cidade, à que segue/continua vindo ainda muitas pessoas a pegar/apanhar água», recordava José Herreros, coordenador de Hortos da Universidad Popular. Antes de que começassem a trabalhamos/trabalhámos ontem, já tinham passado pelo menos quatro pessoas carregadas com garrafões para enchê-las ali.

O coletivo da Ribera del Marco recordava ontem a «desleixo e desídia» que têm acompanhado à Ribera del Marco ao longo/comprido da sua história.

Frente a isso, a vereadora de Universidad Popular, María José Pulido, referiu-se ao acordo/compromisso da equipa de governo para que a Ribera del Marco seja «o eixo da luta por uma cidade sustentável, olhando à história mas também ao futuro», assegurou.