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«Estamos cansadas, necessitamos respostas»

Cáceres soma-se o 20 de setembro à luta feminilidade com o ato estatal ‘A noite será violeta’

 

Cartaz informativo. - ANTONIO MARTÍN

La última concentração 8 Ato celebrado na segunda-feira na praça/vaga Maior. - ANTONIO MARTÍN

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
22/08/2019

La emergência feminilidade terá visibilidade o próximo 20 de setembro na praça/vaga Maior de Cáceres. La situação o requer. No que levamos de ano 43 mulheres foram assassinadas a mãos de seus casais ou ex-companheiros, 13 delas só/sozinho no mês de Julho num verão indubitavelmente terrível. Além disso, três menores foram também assassinados; é o que se denomina violência vigária por parte daqueles homens que terminam matando a seus pequenos para deixar nas mães um dor insuperável e para toda a vida; a forma mais {monstruosa} de violência contra as mulheres

«Estamos cansadas, necessitamos respostas, que as instituições reforcem os recursos necessários para lutar contra a violência de género», explica {Vanessa} {Lesme}, integrante da Plataforma de Mulheres pela Igualdade de Cáceres, que tem promovido a celebração de ‘La noite será violeta’, um ato que organiza a Plataforma Feminilidade de Alicante e que tem categoria estatal porque à iniciativa de 20 de setembro, às 20.30, se somarão outras cidades espanholas.

Os coletivos não querem esperar a 25 de Novembro, Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, porque querem pôr o foco sem mais dilação na escalada {atemorizante} do maltrato. «Temos de {visibilizar} os assassinatos, as agressões sexuais que crescem de forma imparável, as violações em grupo, em {manada}, e tirar tudo o que temos dentro de {nosotras}», relata {Lesme}.

São assassinatos

La plataforma realiza, portanto, um apelo à cidadania; que participe com velas, lanternas, lanternas ou luzes de seus telemóveis para iluminar Cáceres de feminismo. No ato se lerá um manifesto, terá cânticos e ordens como estas: ‘Nem um passo atrás em igualdade’, ‘Em cima o feminismo, abaixo o {patriarcado}’ ou ‘Não são mortes, são assassinatos’; a última com um sentido profundo porque é habitual ouvir nas notícias: ‘Encontram morta a fulana de tal’, quando na verdade deveria ouvir-se: ‘La encontram assassinada’.

Certamente na concentração não faltará o ‘Bela {Ciao}’, uma cançãozinha popular cantada pelos simpatizantes do movimento {partisano} italiano durante a Segunda Guerra Mundial, quando lutavam contra as tropas fascistas e nazis, e que se tornou num belo hino feminista.

O 22 de setembro se espera às mulheres e homens que queiram somar-se a este ato reivindicativo. ¿Solicitarão à Câmara Municipal que ilumine essa noite sua fachada de cor violeta? E {Vanessa} {Lesme} responde: «Acabam de dar-me uma ideia».