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Os engenheiros analisam em Cáceres o futuro do comboio e sua complexidade técnica

Os estudantes conhecem os sistemas para montar as vias sobre/em relação a {balasto}. Os representantes de {Adif} sublinham que se avança em todos os troços da linha

 

Pablo García, Begoña García e Rafael Pagés, ontem na exposição de fotografias de obra pública na Politécnica. - J. VENTURA

Almudena Leal, chefe de Construção de {Adif}. - J. VENTURA

J. VENTURA caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
28/03/2019

A Escola de Engenheiros Técnicos de Obras Públicas e Engenheiros Civis da Extremadura ({Citopic}) juntamente com a Escola Politécnica celebraram ontem as VII Jornadas de Engenharia Civil, que abordaram o presente e o futuro do caminho de ferro na Extremadura. As jornadas estavam dirigidas a recém licenciados e estudantes de último curso ao objeto de mostrar-los saídas profissionais atraentes/atrativas para eles, para além de abordar um tema de atualidade.

As jornadas contaram com a assistência de Begoña García, conselheira de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território; Pablo García, diretor da Escola Politécnica de Cáceres; Rafael Pagés, decano do {Citopic}; Juan Francisco Coloma professor dos graus de Engenharia Civil; Montanha Jiménez, vereador de Ambiente do Ayuntamiento de Cáceres; Pablo Jiménez, subdiretor de {Adif} e responsável da obra de alta velocidade na Extremadura; e Almudena Leal, chefe I da Direção Geral de Construção e Exploração de {Adif}. A jornada se fechou com uma mesa redonda com a participação de diferentes grupos políticos.

Rafael Pagés, decano do {Citopic}, explicou que o coletivo manifestou por escrito/documento ao presidente da Junta seu desejo de estar no Pacto pelo Caminho de ferro desde sua criação.

A vereadora de Ambiente e também professora da escola, Montanha Jiménez, explicou as diferentes procuras que se fazem desde seu pelouro quanto ao comboio na cidade de Cáceres como a remodelação da estação ou uma terminal de mercadorias em Capellanías.

COLABORAÇÃO / Pablo García, diretor da Politécnica, recordou que a atividade de ontem é fruto da intensa colaboração com o {Citopic} durante todo o ano em este e outros muitos projetos como diversos cursos e master.

Begoña García, conselheira de Ambiente, manifestou que «a unidade é a única via que nos tem funcionado à margem dos governos. Devemos exigir o cumprimento dos prazos que tem fixado {Adif}, que são a finalização em 2019 das obras de infraestruturas e em 2020 a eletrificação do troço Plasencia-Badajoz. Por enquanto vão cumprindo os prazos. Com 25 anos de atraso não podemos pretender/tencionar que num ano se faça tudo».

Pablo Jiménez, subdiretor de {Adif}, insistiu na sua intervenção, de marcado carácter treinador, em que no {tocante} ao comboio «se está a fazer muito, mas as obras de infraestruturas requerem muito tempo. Se está avançando em todos os troços de linha de alta velocidade na Extremadura». Jiménez fez uma radiografia atual do estado de execução dos três troços da alta velocidade na Extremadura bem como das obras que vão a realizar nas estações de Plasencia, Cáceres, Mérida e Badajoz.

Por seu lado, Almudena Leal Gomis, chefe I da Direção Geral de Construção e Exploração de {Adif}, abordou o montagem de vias sobre/em relação a {balasto} em linhas de alta velocidade, bem como as características técnicas de sua instalação para introduzir aos futuros engenheiros na matéria.

As Jornadas de Engenharia Civil do {Citopic} --um colégio profissional que cumpre 30 anos de andamento na Extremadura-- nasceram em 2012 juntamente com a Universidad de Extremadura num cenário de profunda crise económica que injetou incerteza ao futuro profissional dos engenheiros e dos estudantes. Abordaram temas como a inovação, a água, a economia verde e circular, ou as cidades inteligentes, entre outros assuntos.