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Denunciam a paralisação da reflorestação na quinta O {Romeral}

Amigos da Ribeira teme que se percam os exemplares que já se têm plantado. A Câmara Municipal recusa a autorização porque «tem um plano para a zona»

 

Vizinhos/moradores da Ribera del Marco plantam novos {esquejes} na quinta O {Romeral} neste ano. - EL PERIÓDICO

G. G.
23/11/2019

Vizinhos/moradores da Ribera del Marco denunciam a paralisação do projeto de reflorestação em O {Romeral}. Segundo põem a manifesto a este diário/jornal fontes da associação de amigos da ribeira, a Câmara Municipal tem ordenado deter o avanço da iniciativa que até agora tem plantado quase uma centena de árvores de espécies autóctones na quinta de titularidade municipal. A proposta foi posta em marcha por associações ambientalistas da cidade e os vizinhos/moradores da Ribera del Marco e obteve a autorização em Janeiro deste ano com o anterior governo municipal nessa altura liderado por Elena Nevado.

O propósito da iniciativa, segundo precisou na altura própria o coletivo Amigos da Ribera del Marco, foi «criar um floresta em torno do Quadro para salvaguardar a ribeira do impacto ambiental que está a gerar a ronda Suleste». O programa arrancou em Fevereiro mas os árvores se queimaram em Julho num fogo. Também afetaram a seca e o ataque dos {jabalíes} da encosta da Montanha também. Foi em verão quando os coletivos reclamaram apoio para poder/conseguir continuar com a iniciativa, que agora recebe uma resolução desfavorável. No mesmo escrito/documento, a câmara municipal agradece aos vizinhos/moradores o interesse/juro ambiental mas lhes impede continuar com o projeto porque, segundo esgrime a Câmara Municipal, já tem um plano para a zona «em base à lei autonómica de reflorestação».

Nessa linha, Amigos da Ribeira lamentam que a consequência de não autorizar a continuidade do projeto pode desembocar na perda dos exemplares de azinheira e sobreiro plantados e se queixam da «falta de informação» sobre/em relação a o plano. Em qualquer caso, insistem em que «a intenção da nossa Associação foi sempre a de colaborar».