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Os delitos de corrupção se {triplican}

O Ministério Público realizou no passado ano 20 acusações face às sete de 2017

 

{Marta} {Abellán} (centro) junto às fiscais de violência de género, Amaya Cortés, e de menores, Yolanda Forte. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
09/05/2019

Los delitos de corrupção se têm triplicado na província de Cáceres. Segundo os dados dados ontem pela Procuradoria Provincial de Cáceres este organismo realizou no passado ano 20 escritos/documentos de acusação contra cargos públicos, face aos sete que levou a cabo em 2017. Deles 16 foram sentenças condenatórias, enquanto em 2017 só/sozinho se condenou em quatro dos casos investigados. Trata-se, com diferença, dos delitos que mais têm crescido no último ano. Dentro deste tipo de infrações a mais habitual foi o de prevaricação administrativa, onde realizaram sete escrivães de acusação (cinco deles foram finalmente condenados). Em 2017 só/sozinho se acusou num caso. Los de prevaricação urbanística têm crescido também um 17,2%.

A fiscal chefe da província de Cáceres, {Marta} {Abellán}, fez públicas ontem as estatísticas extraídas da memória de 2018. Nelas se reflete que as burlas através da internet aumentaram também um 60%, situando-se como o delito de ordem/disposição socioeconómico que mais tem crescido em relação ao 2017. O resto de burlas se têm incrementado um 33%.

Em 2018 teve também um ligeiro aumento dos delitos contra a vida. Se qualificaram quatro casos de homicídio doloso (em 2017 só/sozinho teve uma acusação) e cinco homicídios imprudentes (seis no 2017). Além disso, o 43% dos delitos contra a integridade física foram por casos de violência de género ou doméstica. Também se realizaram 25 acusações por delitos contra a liberdade sexual, dos que três foram violações, uma delas a um menor de 16 anos; seis por agressão sexual (uma a um menor) e treze por abusos sexuais (três contra menores).

TRÁFICO DE DROGAS / Pelo contrário descem os casos que foram investigados por delitos por tráfico de drogas. Los que causam grave dano à saúde (cocaína, heroína,...) têm caído um 35% e os que não causam grave dano (haxixe e marijuana) um 19%.

Do mesmo modo se têm reduzido os delitos contra o património (o que se conhece como roubos e furtos). Assim a Procuradoria realizou 18 escritos/documentos de acusação no caso de roubo com força e intimidação, um 21% menos que em 2017, quando fizeram 23 notas. E têm acusado/arguido em 35 casos de furto, face às 48 notas desenvolvidas o ano anterior.

Ao todo em 2018 a Procuradoria emitiu 1.571 escritos/documentos de acusação dos que 879 terminaram em sentenças condenatórias. Atualmente o Ministério Público conta com 20 fiscais (12 em Cáceres e oito em Plasencia) mas solicita que se incremente o pessoal para poder/conseguir agilizar as investigações dos casos que recebem.