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Datas chaves de um projeto frustrado

 

24/10/2019

JULIO 2005

J La secretaria-geral para a Prevenção da Poluição e o Alterações Climáticas dita uma resolução pela que se formula uma declaração de impacto ambiental sobre/em relação a a avaliação do projeto de regulação do rio {Almonte}. Nesta resolução se enterra a opção inicial, que era a construção duma presa no {Almonte} ou no {Tamuja}, e se dá como alternativa a proposta da Confederação Hidrográfica do Tejo de construção duma condução para levar água desde a presa de Portagem até ao albufeira do {Guadiloba}.

MAIO 2007

J Ambiente anuncia a adjudicação das obras do transvase desde Portagem até ao {Guadiloba} à oferta apresentada pela união temporal formada pelas empresas {Sando} e {Befesa}. La adjudicação se fez por um montante de 40.440.732 euros. La obra se tirou a licitação por um montante de 61.190.395 euros.

JULIO 2010

J Confederación Hidrográfica del Tajo anuncia la modificación del proyecto del trasvase con un cambio en el trazado de la conducción y un nuevo sistema para el cruce de los ríos Tajo y {Almonte} mediante la ejecución de dos estructuras colgantes. Se opta por esta solução para o cruzamento dos rios depois de/após que Fomento rejeitasse o uso dos pontes da N-630 para o passo da tubagem. Este modificado incrementava o orçamento do contrato e o elevava até 49.357.468 euros.

DEZEMBRO 2012

J Confederación Hidrográfica do Tajo anuncia um projeto complementar nas obras do transvase com atuações como acometidas elétricas nas estações de {bombeo} em Portagem e Alagón ou a execução duma passarela nas estruturas de passagem dos rios Tajo e {Almonte}. Incrementava o custo de execução em 10.539.526 euros. Com este despesa o orçamento chegava a 60 milhões de euros.

MARÇO 2017

J Confederación Hidrográfica do Tajo solicitou ao Ministério de Fomento o uso dos pontes da A-66 para que a condução do transvase de Portagem passasse o Tajo e o {Almonte}. O ministério o acabou rejeitando.