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O cemitério tem esgotado todos os columbários existentes

A câmara municipal trata de agilizar umas obras que deveriam ter começado em Janeiro. Uma mulher denúncia que não pode deixar as cinzas de o seu pai e deverá levá-las a casa

 

Várias pessoas transitam prol uma das ruas do campo-santo cacerenho, numa imagem de arquivo. - EL PERIÓDICO

R. CANTERO
01/07/2019

Já não ficam columbários disponíveis, o número de {nichos} é também escasso e com ambas questões o cemitério cacerenho enfrenta uma situação limite que já está a gerar problemas. Ontem uma família cacerenha denunciou que através de sua seguradora lhes tinham comunicado que não poderão depositar hoje as cinzas de o seu pai num columbário, justamente porque não há nenhum disponível. O homem faleceu no sábado à noite e a previsão era que fora incinerado esta manhã e seguidamente se depositassem os restos no cemitério. «Não me posso acreditar/achar que possa chegar a acontecer algo assim. Só/sozinho pedimos que nos dêem uma solução, que nos dêem uma alternativa para que não tenhamos que deixar as cinzas em casa», assinalava desde o sala mortuária Alba {Gómez}, uma filha.

Desde a Câmara Municipal corroboram o problema e asseguram a que se estão a fazer gestões para resolverlo com a maior celeridade possível porque a situação do campo-santo é preocupante. Segundo explica o vereador de Serviços Públicos, Fomento em Infraestruturas, Andrés Licerán, faz quinze dias (após constituir-se a corporação) encontraram-se com a situação da escassez de disponibilidade de columbários, que ontem desembocou em que não tenha nenhum disponível e as famílias tenham que levar-se as cinzas a casa «provisoriamente», matizou/precisou em declarações a este diário/jornal.

«Queremos mostrar nossa solidariedade com a família e nosso acordo/compromisso de procurar algum tipo de solução conjuntural», acrescentou. Solução que será para essa família e também para outros casos que dão por certo que se produzirão nos próximos dias.

alargamento pendente/ Licerán vincula o problema com a {amplicación} do cemitério que está pendente de executar-se e que leva vários meses de atraso. O projeto inclui 160 columbários novos, mas a obra deveria ter começado em Janeiro para não chegar a esta situação e hoje segue/continua sem arrancar. «Estamos tomando as medidas necessárias para exigir-lhe à empresa adjudicatária o início dos trabalhos», explica o responsável de Fomento. Acrescentou além disso a «preocupação» do governo local porque o número de {nichos} «também é escasso» e portanto é preciso que a obra se inicie de maneira urgentíssima para evitar novos problemas.