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A câmara municipal recorre a sentença que lhe obriga a pagar 31.000 {€} a uma funcionária

Exerceu de forma temporal como coordenadora no Instituto/liceu de Juventude. A Câmara Municipal reconhece que temos de pagar-lhe a diferença, mas não essa quantia

 

Andrés Licerán, ontem, durante sua comparência na Câmara Municipal. - ANTONIO MARTÍN

LOLA LUCEÑO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
15/02/2020

Hay que pagar a diferença salarial, mas essa diferença não chega a 31.304 euros. É o argumento que defendem os serviços económicos da Câmara Municipal cacerenha para recorrer a sentença do Tribunal/réu/julgado do Social número 2 de Cáceres, que lhe obriga a pagar dita quantidade/quantia a uma auxiliar administrativo do Instituto/liceu Municipal de Juventude ({IMJ}), que durante três anos exerceu como coordenadora de programas.

«Entendemos que as pessoas que realizam funções de superior categoria/escalão devem receber/acolher o que lhes corresponde, {coincidimos} com a sentença no fundo da questão, mas a temos recorrido porque não estamos de acordo com o cálculo de liquidação que propõe o tribunal», disse ontem o porta-voz municipal, Andrés Licerán. Explicou que o Secretário-geral da Câmara Municipal foi o primeiro em indicar que a quantidade/quantia não parecia a adequada, de modo que após seu estudo se decidiu apresentar recurso.

A trabalhadora em questão tem vindo emprestando serviços como pessoal laboral com categoria/escalão profissional de informadora juvenil, categoria/escalão auxiliar administrativo (subgrupo {C2}), no {IMJ}, organismo autónomo/trabalhador independente da Câmara Municipal. Por resolução de Junho de 2016 foi nomeada com carácter temporal como coordenadora de programas de juventude, realizando desde então as funções próprias do cargo até à atualidade. A Câmara Municipal lhe pagou os complementos de destino (nível 24 face ao 17) e específico (824 frente a 404), durante o período 8/6/2016 até 2/2/2017. Mas a funcionária, com {licenciatura} em Filologia, não estava conforme ao entender que uma coordenadora deve perceber/receber outros conceitos/pontos, entre eles o salário base correspondente ao subgrupo {A2} por licenciatura {J54}, complemento de destino nível 24, complemento específico nível 824 ou antiguidade. Por isso, a empregada demandou à Câmara Municipal as diferenças.

De facto, em Janeiro de 2018 solicitou o adubo/prestação/pagamento destas quantidades/quantias mas por duas vezes não recebeu resposta a seus pedidos/solicitações.

O {asuntó} acabou no Tribunal/réu/julgado dos Social, que tem falhado contra a Câmara Municipal e lhe obriga a pagar 31.304 euros à demandante pelas diferenças salariais acumuladas entre Junho de 2016 e Junho de 2019, ao que devem acrescentar/adicionar-se as diferenças salariais {devengadas} com posterioridade.

A Câmara Municipal de Cáceres já tem interposto recurso de suplicamento diante da Sala Social del Tribunal Superior de Justicia de Extremadura. Entretanto, o presidente da Câmara Municipal se reuniu com a presidenta do {IMJ} para reorganizar o organismo e cobrir o quanto antes a praça/vaga de coordenador.