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A Audiência absolve ao acusado/arguido de violar a uma mulher por falta de provas

«Não há indícios de que {conociera} que a mulher não queria esse encontro»

 

S. R.
22/07/2019

Primeiro foi o Tribunal/réu/julgado de Instrução Número 7 o que acordou arquivar uma denúncia por agressão sexual, decisão que acaba agora de ratificar a Audiencia Provincial de Cáceres, ao entender que não fica acreditada a {perpetración} do delito. A denúncia foi posta por uma mulher que assegura que foi forçada por um conhecido a manter relações sexuais.

Assegura que ela lhe tinha dito numa conversa anterior ao momento dos factos/feitos que «não queria nada» com o denunciado. No entanto ele se apresentou na sua casa, ela lhe abriu e terminaram em seu quarto. Ela não soube reagir. Segundo sua declaração ele a derrubou sobre/em relação a a cama, tentou abrirle as pernas e mantiveram relações sexuais. Não soube reagir, assegura. O acusado/arguido, por outro lado, sustenta que foi coisa de ambos.

A Audiência detalha tratar-se de um caso de «inegável dificuldade» para resolver porque as posições de ambos são contraocasos e não há testemunhas diretos. Por outro lado considera que «não existem indícios suficientes para considerar que o denunciado se tivesse {percatado} duma ausência de consentimento por parte da queixoso ao contacto sexual» e que pode que ele «tivesse uma perceção diferente» sobre/em relação a a finalidade do encontro que teve entre ambos. «Nos {encontramos} perante um completo deserto probatório», conclui a sala na sentença.