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A Assistida, a cadeia e o novo hospital exigem que o autocarro não entre no campus

Se queixam de que nalgumas paragens/desempregadas/paradas não podem subir-se porque vão sempre cheios. A Câmara Municipal procura uma solução embora admite que a mudança é complicado

 

Usuários da residência Assistida protestam para exigir que se mude o percurso/percorrido da nova Linha 3, petição/pedido que fazem também os do novo hospital e os da cadeia. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
11/10/2019

Las conexões por transporte público à residência Assistida, ao novo hospital e à cadeia são um problema desde que se modificasse o trajeto da Linha 3 para dar cobertura ao novo complexo hospitaleiro quando abriu. Las queixas de usuários e trabalhadores começaram quando pôs-se em marcha a hospitalização e Urgências porque foi quando começou a registar-se um maior volume de pessoas que necessitavam utilizar/empregar o autocarro. Protestavam pelo longo/comprido que é o trajeto e porque os autocarros iam sempre a tope de estudantes, e isso que a atividade no campus era escassa porque nessa altura só/sozinho tinha exames (princípios de Junho). Mas agora, com a universidade a plenário/pleno rendimento, a situação se tem complicado ainda mais.

A cabeceira desta nova Linha 3 encontra-se em Novo Cáceres. Faz várias paragens/desempregadas/paradas em Isabel de Moctezuma, {Atahualpa} e Antonio Hurtado antes de chegar a a Cruz dos Mortos. Quando para nesta última quase sempre vai cheio, de facto muitas vezes ou não sobe ninguém ou só/sozinho podem entrar um dois ou três pessoas por falta de espaço. Acontece diariamente, manhã e tarde. ¿O problema? Que é uma linha que também faz o percurso/percorrido pelo campus pelo que sempre vai cheia de estudantes. Ao ter suprimido o Reforço Campus, a Linha Campus não é suficiente para abranger o volume de pessoas que vão diariamente à universidade pelo que têm que tomar este outro autocarro para poder/conseguir chegar.

A situação não só/sozinho afeta a empregados e usuários do novo hospital, mas também aos da residência Assistida e a cadeia, que partilham a mesma linha de autocarro. Fartos da situação os três organismos têm começado a recolher firmas/assinaturas para exigir à Câmara Municipal que modifique o trajeto para que não entre no campus. Isto é, que a Linha 3 volte a ter o trajeto antigo (não chegava ao campus) acrescentando a paragem/desempregada/parada no novo hospital e que se recupere o Reforço Campus (na verdade a atual Linha 3 é uma combinação de ambas). Os trabalhadores do complexo hospitaleiro já fizeram em verão outra recolha de assinaturas em sinal de protesto. Las entregaram na Câmara Municipal mas, ao não conseguir uma solução, voltam a tentá-lo agora.

CHEGAM TARDE AO TRABALHO / A situação levou a que empregados dos três organismos cheguem tarde a o seu posto de trabalho ou a que usuários percam seu cita/marcação/encontro no médico por não chegar a tempo ao não poder/conseguir pegar/apanhar o autocarro por ir cheio. Se não podem subir-se têm que esperar ao seguinte, que passa aos 20 minutos (pelas tardes a frequência é de 25 minutos e de 40 os fins-de-semana). «Se {quieres} pegar/apanhar o autocarro aos oito da manhã te tens que ir quatro horas antes para assegurar-te que o podes pegar/apanhar», diz a filha duma pessoa maior que perdeu seu cita/marcação/encontro por não poder/conseguir subir-se ao autocarro. «Os que vivemos perto de a Cruz dos Mortos que fazemos, nos vamos onde começa a cabeceira, em Novo Cáceres, para assegurar-nos poder/conseguir montar», se queixa outra afetada. Os usuários duvidam para além da segurança já que, ao ir os autocarros sempre cheios as pessoas amontoa-se de pé nos corredores. «O dia que algum destes veículos tenha um acidente por superar a capacidade permitida de viajantes terá que pedir responsabilidades. E os pacientes que têm mobilidade reduzida não podem fazer o trajeto numas mínimas condições de segurança», acrescenta outro usuário da linha.

o percurso/percorrido é longo/comprido / Esta queixa se une às protestos pelo longo/comprido do trajeto, que tarda uns 40 minutos (se não há muito trânsito) em chegar desde o centro da cidade. E à necessidade de mudar de lugar a paragem/desempregada/parada de autocarro da residência Assistida. Antes lhes deixava mais perto do prédio mas agora encontra-se a uma distância o suficientemente longa como para que as pessoas maiores/ancianidade ou com mobilidade reduzida não possam fazê-lo sós. Além disso, ao encontrar-se a abrigo em curva, o autocarro não pode utilizar/empregar a rampa para facilitar a subida e a descida destas pessoas. Se queixam, também, de que a paragem/desempregada/parada encontra-se num espaço à intempérie, sem sombra e sem possibilidade de poder/conseguir {resguardarse} das inclemências do tempo durante o inverno.

Por seu lado a câmara municipal assegura que está procurando soluções ao problema, embora admite que são complicadas, já que as modificações que se levem a cabo devem ajustar-se aos termos do contrato subscrito pela empresa que gere os autocarros urbanos, Subus, o que «permite pouca flexibilidade». Recorda que a solução se debaterá na mesa de transporte urbano que se convocará «proximamente».