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Assim se pode usufruir em dois passos do {Irish}

Os oficinas abrem a jornada central do festival de música que inunda o centro monumental. Hoy é o encerramento com uma {session} em Santa María

 

Taller 8 Alumnos e professoras durante a jornada de aprendizagem, ontem em Cáceres. - ANTONIO MARTÍN

Música 8 La {session} que se organizó en la calle {Moret}, ao meio-dia. - ANTONIO MARTÍN

R. CANTERO
27/10/2019

No se requer ser um perito para usufruir do folclore irlandês. Sim que se requerem conhecimentos musicais para os oficinas de flauta, canto ou acordeão {diatónico}, mas bastam dois passos básicos, um pouco/bocado de atenção, algo de prática e muita vontade de diversão para deixar-se levar pelo particular som desta música e atirar-se a dançar. «Básicamente tudo se organiza com dois tipos de passos, mas factos/feitos em diferentes direções, com diferentes pessoas, fazendo formações em grupo», explica {Marta} {Pampin}, professora e integrante dum dos poucos grupos que dá este tipo de dança em Espanha. Esses dois passos foram a chave da classe de ontem; um deles é o que se conhece como ‘{one}, {two}, {three}’ e básicamente consiste em dar três passos para diante e três para trás e o outro é o dos ‘{sevens}’: sete passos até um lado e depois até o outro.

«E com isso já pode começar a fazer figuras dançando. É muito divertido porque não esqueçamos que é um dança social», avisava antes de começar a classe deste ano, que contava com público de diferentes procedências e idades. No círculo que formaram para começar a praticar de mãos dadas estava Eva, com oito anos, que tinha vindo de Badajoz e se lançou a mover os pés «porque gosto dançar», dizia. E também Carmen Urbaneja e José Rosa que vinham de Lisboa. Ela é uma venezuelana {afincada} na capital lusa que conheceu o {Irish} {Fleadh} durante uma visita a Cáceres em 2014. «Mas não tinha tido a oportunidade de voltar até agora e tinha muita vontade de aprender a dançar porque sempre me {quedo} com a vontade de dançar quando vou a pubs com música ao vivo», contava. E como ela, María Llanos García, uma cacerenha habitual do festival que repetia no curso para ‘refrescar’ o que aprendeu há três anos e poder/conseguir {enseñárselo} a os seus alunos da Escola de Idiomas de Navalmoral, na viagem que têm previsto este curso a Irlanda; ou Silvia Arancón, outra das que não se perde a cita/marcação/encontro e que ontem se dispunha a partilhar os primeiros bailadores com a sua filha Luzia, de sete meses, numa mochila {portabebés}. «Ao {papá} gosta de a música irlandesa e por vezes temos {prácticado} os danças em celebrações e festas familiares», explicava enquanto a música dos diferentes oficinas começava a encher já o prédio da rua Lojas.

Despedida

O dia grande do {Irish} {Fleadh} impregnou do seu {peculiar} som o centro histórico de Cáceres com concertos como o de Peter Browne Band no cenário de Santa María, ou o de {Dervish}, que ao fecho desta edição não tinha começado ainda. Junto a isso, um suculento menu de atividades paralelas com uma dezena de {session}, uma delas na rua {Moret} enquanto se podia degustar uma paelha. Hoy é o encerramento da cita/marcação/encontro com o som do {Irish} com a grande {session} de despedida na praça/vaga de Santa María. Será a partir das 12.00 e às duas da tarde terá uma {paellada} para que o adeus deixe pelo menos bom sabor de boca.