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O ambulatório de Aldea Moret, cheio de moscas por um garagem com águas {fecales}

É necessário desinfetar a miúdo o centro de saúde para eliminar os insetos. Técnicos da Junta, proprietária do prédio, revêem a avaria para valorizar seu arranjo

 

As águas {fecales} saem já até a via pública devido a que tem rebentado uma {arqueta} da rua. - FOTOS: CEDIDAS A EL PERIÓDICO

A sujidade está baixo/sob/debaixo de as janelas dos inquilinos. - FOTOS: CEDIDAS A EL PERIÓDICO

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
24/10/2019

As águas {fecales} que {anegan} os garagens duma comunidade de vizinhos/moradores de Aldea Moret têm começado a sair ao exterior. O mau cheiro chega já até ao centro de saúde, que se tem enchido também de moscas. A situação é insuportável. O problema não é novo, mas faz muito tempo que se quebraram as {bajantes} destes prédios (os números 43, 45 e 47 de Jesús Nazareno e o 4 de Rio {Tíber}, propriedade da Junta de Extremadura) e as águas {fecales} se vertem nos garagens. Agora tem rebentado também a {arqueta} situada no exterior da rua e pela que saem constantemente restos orgânicos dos quatro blocos.

A situação afeta a perto de 80 vizinhos/moradores embora os mais prejudicados são os do número 43 de Jesús Nazareno porque, ao contar a rua com uma inclinação, as águas {fecales} terminam acumulando-se nos baixos de seu prédio. Tanto/golo é por isso se têm visto obrigados a cortar/fechar até ao elevador porque a água tem ocupado já um metro do vazio deste, chegando até ao quadro elétrico. Por segurança foi necessário suprimir o fornecimento.

A isto se une o cheiro a putrefacto que inunda tudo o bloco e a praga de moscas que suportam diariamente. «É uma imundice total, está afetado tudo o bloco. Sai o cheiro pelo vazio do elevador. Temos mosquitos por milhares e nos vemos obrigados a ter as janelas fechadas e as persianas descidas porque se as {abres} o cheiro é brutal», explica a presidenta da comunidade de proprietários deste prédio, Mercedes Calvo. Encerrar o elevador supõe além disso um problema para muitos dos residentes. «No bloco há dois vizinhos com problemas de coração sérios e os temos literalmente encerrados em casa porque sem o elevador não podem sair à rua», acrescenta a presidenta do bloco.

A situação é tal que o veterinário e o farmacêutico do centro de saúde (contíguo precisamente ao bloco mais afetado) realizaram um relatório/informe sobre/em relação a a {insalubridad} que provocava. O apresentaram há dois anos a Saúde e nessa altura Conyser limpou o garagem, mas a situação volta a repetir-se. «Os cheiros chegam ao centro de saúde e temos muitas moscas. Temos que chamar ao controlo de pragas para que desinfetem», indica o coordenador do centro, Pedro Vecino.

JÁ PEDIRAM SEU ARRANJO / Os inquilinos dos blocos (a maioria está em regime de aluguer), têm requerido em várias ocasiões à Junta de Extremadura seu arranjo, a última no passado mês de Junho, mas não receberam resposta. Sim se tem posto em contacto com eles a Câmara Municipal, que comprometeu-se a mediar para solucionar o problema.

Por enquanto os vizinhos/moradores têm contratado a uma empresa para que leve a cabo a obra (terá que substituir as tubagens) e reclamarão depois o que custe ao Executivo regional. Calculam que ascenderá a uns 4.000 euros (a obra mais o esvaziado do garagem por parte de Conyser e o arranjo do elevador). O problema é que não contam com fundos suficientes para fazer frente a ela. «Vamos aprovando pequenas {derramas}, o problema é que aqui a maior parte dos vizinhos/moradores estão no desemprego e não têm rendimentos. Lhe pedimos à empresa pagar-lhe a prazos», assinala Mercedes Calvo.

Por seu lado a Junta de Extremadura afirma que os técnicos estão «revendo a avaria para valorizar e determinar a origem do problema». E esclarece que a administração «atua habitualmente neste tipo de questões». De facto, acrescenta, no passado ano já reparou um entupimento nos mesmos blocos que supôs um montante para a Junta de quase 14.000 euros.