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Alejandro Sanz, Estopa e abre {Caballerizas}

 

Rafa Mateos na Marcha Rosa. -

Luis Salaya comprando frutas em {Moret}. -

MIGUEL ÁNGEL SFlbMuñoz
26/10/2019

Grande noite a que passou em {Puebla} (México) nosso mais laureado diretor de orquestra Antonio Luis Suárez junto a Alejandro Sanz e todos os seus músicos, numa atuação fantasiosa que usufruiu ao máximo e na qual lhe transferiu sua paixão por Cáceres. O mesmo ocorreu-lhe ao empresário hoteleiro da cadeia Destino {Deluxe}, o cacerenho {Fran} {Piñero} junto aos extremenhos Estopa no concerto ‘Por elas’ de Cadena Cien. Com o dueto teve tempo de {departir} {Piñero} desse entusiasmo que os irmãos Muñoz sentem pela região, agora que se cumpre o 20 aniversário de seu mítico ‘Pela racha de teu saia’ e está quentinho ‘Fogo’, o primeiro disco com canções novas em quatro anos, a pausa mais longa registada até agora por Estopa, que neste novo trabalho não deixam de lado sua autenticidade. Oxalá chegue cedo a digressão e oxalá que inclua à cidade, que por aqui estamos ávidos de grandes concertos.

Enquanto são cada vez mais os famosos que se sentem fascinados por Cáceres, a capital segue/continua seu curso e a crónica social nos leva até A Quinta de {Illescas}, o lugar onde contraiu casal Belén Martín Sánchez, filha do subdelegado de Defesa, Enrique Martín Bernardi, que atuou de padrinho. A jovem se tem casado com David Platero Azpilicueta; a sua mãe, Olga, foi a {madrina}. Bernardi luziu trouxe de gala do Exército e a casal/par vai-se embora de lua-de-mel à ilha de {Bali}.

Entretanto, nosso presidente da Câmara Municipal Luis Salaya parece que não perde o norte e segue/continua mantendo seus costumes; vamos, falando claramente, que não se lhe subiu o cargo à cabeça e, mochila em mão, foi ao mercado de frutas e hortaliças organizado pela plataforma ‘{Moret} se move’, na qual se dá participação a stands com produtores da Ribera del Marco, alguns agrupados em cooperativa, e comerciantes de alimentos ecológicos. O objetivo é o de dinamizar uma rua cada vez mais vazia de lojas e fomentar a economia local e o comércio de proximidade.

Fazia três anos que {Moret} não acolhia este mercado. Até então o celebrava cada domingo do mês de Agosto e um domingo de cada mês em inverno. Agora a cita/marcação/encontro se repete com assiduidade e Salaya não dúvida em dar exemplo.

Também dá exemplo Rafael Mateos, porta-voz do PP na Câmara Municipal, participando na Marcha Rosa e somando's à batalha contra o cancro. Mateos está a mudar de estratégia e isso parece que lhe funciona. Foge das aparecimentos com a ex-presidente de Câmara e quer demonstrar que se vale por sim só/sozinho, que é algo mais que um pupilo com aspirações a presidente da Câmara Municipal. Mateos não é um homem de {estridencias}, e agora sua presença nos meios, medida e sem sobressaltos, está gostando a boa parte da opinião pública. Ganham terreno Salaya e Mateos enquanto o resto de líderes políticos do nosso câmara municipal parecem estar a outra coisa. Podemos, diluído, Ciudadanos, {desdibujado}, e {Vox}, aniquilado.

Novo negócio

A vida no plenário decorre às portas de umas novas eleições que, certamente, farão mudar muitas estratégias. Por enquanto, dá gosto sair por Cáceres, onde florescem os negócios como o que se inaugurou na quinta-feira: {Caballerizas}, na rua Pizarro, que têm montado {Conrado} {Gómez}, Eduardo Álvarez, Manuel García-Monge e Sergio Martínez. O local faz parte do prédio propriedade de Joaquín Pitarch, que inclui o Hotel {Albarragena}, que gere Juan Pulido, e o restaurante e {tapería} de Juan Santisteban.

Os empresários de {Caballerizas} têm recuperado um enclave que se caía a pedaços através de uma obra que cumpre com todos os requisitos marcados pelo Consórcio Cáceres Cidade Histórica, respeitando as antigas {caballerizas} e os velhos {comederos}. Aumentou a lotação com a instalação de saídas de emergência e um {elevador} para deficientes. Tudo isso com o fim de criar um espaço para tudo tipo de eventos temáticos, precasamentos, {comuniones} ou aniversário. Têm resgatado as terraços e darão trabalho a entre 10 e 12 pessoas.

A casa de Pizarro foi a habitação do conde de Santa {Olalla}, ministro de Finanças com Isabel II. Era em sua origem, {digámoslo} assim, a Bolsa de Cáceres, o centro de contratação, o estabelecimento de crédito de maior nome e importância da Extremadura. Em seus escritórios tinha empregados franceses, ingleses, alemães e italianos, de todas partes, porque em todas partes tinha negócios e correspondentes. Detrás de seu domicílio, para alugar e para residência de seus numerosos servidores, edificou as 23 habitações que deram nome à Bairro de ‘Casas Novas de Carrasco’, situada na rua do Caminho Plano, que serviriam de alojamento aos numerosos empregados de seu casa de banca e dos restantes negócios nos que participava. Os respeitados benefícios que obteve com o comércio {lanero} e os negócios bancários converteram a seu proprietário numa pessoa rica em imóveis urbanos e bens raízes.

Por motivos que se desconhecem, em 1829 se reconhece uma dívida de 2.000.000 de reais a favor da Casa de Felipe Victorio Ravara e Filho, entidade com sede social em Madrid. Para seu pagamento se hipotecam a cabana {lanar} e diferentes quintas, rústicas e urbanas, entre as que se incluem 17 casas, 7 verbas/partidas de ervas, 3 montes, 67 {fanegas} de terra de trabalho, um {tinado}, um moinho de óleo/azeite, uma vinha e três hortas, por valor de 2.044.130 {rs}. e 12 {mrs}; levantando finalmente a hipoteca em 1832. A habitação se reformou em 1877 deixando-a no estado atual. História de Cáceres {reconvertida} agora num bom e necessário negócio. Sorte.