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A administração pede «tranquilidade» à população no ‘caso das {cárnicasSSRq}

A Guardia Civil regista várias naves e expropria documentos

 

G. G. / AGENCIAS CÁCERES
24/10/2019

A administração lançou ontem uma mensagem de «tranquilidade» à população no ‘caso das das carnes’. Tanto/golo a delegada do Governo, Yolanda García Seco, como o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, fizeram declarações sobre/em relação a a investigação que tem em marcha a Guardia Civil em várias naves do sector da carne da província e ratificaram que «não» trata-se de um problema de alerta sanitária.

Tal como avançou este rotativo, se investiga um alegado delito ambiental relacionado com a destruição de resíduos de espécies cinegéticas que em nenhum caso estão relacionados com os produtos que se destinam a consumo humano. Foi na segunda-feira passada quando patrulhas da Unidade de Seguridad Ciudadana ({Usecic}) realizaram registos em várias naves da província cacerenha, uma de Cáceres com sede na rua São Felipe e o polígono pecuário, em empresas em Almaraz e Miajadas e num armazém de incineração de animais do Casar de Cáceres. Em todas elas a benemérita expropriou documentação relacionada com esta atividade de gestão deste tipo de resíduos.

O caso segue/continua baixo/sob/debaixo de secreto de sumário e a benemérita já descartou nesta semana oferecer nenhum detalhe sobre/em relação a a intervenção nem os operacionais. É o Tribunal/réu/julgado número 3 de Cáceres o que instrui as diligências. Em qualquer caso, não se descartam novos registos.