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A Ação Católica (II)

 

ANTONIO PARIENTE Párroco de San Blas
08/04/2019

Se diz, e acredito/acho com razão, que a história é a professora da vida, se depois de/após seu travessia do deserto a Ação Católica quer voltar a ser o que foi, é necessário aprender do passado para não voltar a repetir os erros de nessa altura, isto, apesar de que o tenhamos claro não é fácil. Estou de acordo que na superação da crise, influiu sobretudo o próprio dinamismo do movimento, a importância de sua missão, e a necessidade de seguir/continuar impulsionando o papel dos seculares na ação da Igreja. A mudança social e eclesiástica experimentado desde então é também chave, e em dito mudança tem influido o novo ambiente produzido na relação Hierarquia e Movimentos.

Do jogo de todos estes elementos em 1989 aparece o documento «A Ação católica hoje. Nova configuração». Antes em 1988 o Congresso «Paróquia Evangelizadora», tinha posto de manifesto a importância da Ação Católica. Em 1993 a Conferência Episcopal aprova as novas bases e estatutos que lançarão ao movimento até o futuro.

Não foi até ao ano 2003 quando se pode dizer que: o Movimento Juniores de {AC}, o Movimento de Jovens de {AC}, e a Ação Católica Geral de Adultos, começam a ter claro um objetivo comum «avançar no trabalho como Ação Católica Geral ({ACG})». No documento «A Ação Católica Geral. Nova configuração: a vinho novo {odres} novos» se recolhem/expressão todos os seus propósitos. Superada a crise apresentada pelo Movimento Juniores nos anos 2007 e 2008, no verão de 2009 celebra-se em Valência a Assembleia de Constituição da Ação Católica Geral.

Desde uma leitura crente de tudo o processo um conferencista dessa Assembleia dizia «à vista do caminho percurso/percorrido, tendo em conta seus medidas certas e tropeços…chegou o momento de estacionar por um tempo o debates internos e não permitir que a sal perca seu sabor, nem pôr a luz debaixo do {celemín}».

Aceitando aquele dito de «que quem perde suas origens perde sua identidade», a {ACG} assumindo a realidade complexa da Igreja de hoje, partindo da paróquia e da diocese, se propõe realizar sua missão evangelizadora, protagonizada pelos laicos e vivida em comunhão eclesiástica.

Nosso bispo, assumindo as conclusões {sinodales}, o têm claro, o acordo/compromisso secular deve canalizar-se na diocese através da {AC}.