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15 anos de liberdade vigiada por tentar matar a sua filha

 

S. R. CÁCERES
22/07/2019

Aconteceu há dois anos em Plasencia. Uma mulher tentou acabar com a vida da sua filha com deficiência administrandole pilulas. Depois tentou suicidar-se mas, graças à atuação de o seu marido, conseguiram salvar-se. Amanhã será julgada por estes factos/feitos na Audiencia Provincial de Cáceres, onde aceitará a pena de 15 anos de liberdade vigiada por um delito de assassinato em grau/curso universitário de tentativa. A mulher padecia uma doença mental no momento dos factos/feitos que foi provada pelos forenses, pelo que se lhe aplica a {eximente} de transtorno mental ao considerar que tinha completamente anuladas suas capacidades mentais. Deixou uma carta na qual explicava que o tinha facto/feito por desesperança, já que sofria pelo estado e o futuro da sua filha. O marido se as encontrou à amanhã seguinte e as transferiu ao hospital, onde foram estabilizadas e curadas. Junto à condena dos 15 anos de liberdade vigiada, o Ministério Público e o advogado que a defende têm acordado também que deve continuar com seu tratamento médico, com o seguimento de seu médico de família e do psiquiatra. Terá proibido além disso estar a sós com a sua filha e deverá sempre visitá-la em companhia duma terceira pessoa (quando a filha se encontre no âmbito familiar deve supervisioná-lo seu tutor ou outro familiar ou quando esteja no centro no qual encontra-se ingressada bastará com o pessoal do mesmo). Estas medidas deve cumpri-las durante um período de dez anos. Amanhã a pena se fará firme/assine.