+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Os ‘Mundos mínimos’ de {Piti} {Corella}

 

Os ‘Mundos mínimos’ de {Piti} {Corella} - CEDIDA

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ CÁCERES
09/05/2019

«Sempre me tem gostado criar mundos minúsculos e paralelos.

Os {collages} nascem duma mistura que compatibiliza o olhar interior com a biografia, o psicanálise, o surrealismo, as artes plásticas, o rock com o blues, a literatura, a contemplação, o {azar}...» São palavras de {Piti} {Corella}, que hoje apresenta (20.00 horas) na Sala Pintores, 10, da Assembleia provincial Provincial de Cáceres, sua exposição ‘Mundos mínimos’. Diz {Corella} que todos os seus {collages} «têm um ponto verdadeiramente em mim e outros muitos encontros com a {inextinguible} surpresa da combinação entre pregos, {tul}, jornais (também O Jornal Extremadura), {tuercas}, livros, alfinetes, revistas, botões, fotografias, pilulas, {corchetes}...»

E confessa: «Me tem encantado ir às compras pelo chão onde um parafuso se converte numa jóia, uma forquilha numa {madame} insubstituível, uma pena na manifestação suprema da imensidade... Tenho sofrido unindo elementos cujo mais mínimo movimento foi um repto/objetivo para o {pegamento}, os nervos e o pulso». A temática é diversa: infância, desejos, transcendência, humor, duelo... «e todas as {piruetas} do impensável, mas existente».

{Piti} {Corella}, licenciada em Filosofia e Letras pela Universidade {Complutense} de Madrid, depois de/após explorar o mundo da dança, se {adentra} no do teatro, em onde trabalha às ordens de Miguel Medina ({TEU}), autor e diretor da {RESAD} madrilena, e com o diretor cénico Pedro Antonio Penco (‘{Cuplés}. Sempre {cuplés}’), entre outros. Após sua experiência na rádio como locutora, exerce de professora de Filosofia ao passo que tira à luz seu livro de poemas ‘Quase invisível’ (Editora Regional da Extremadura, 2007).

Sua particular interpretação da vida a leva a colaborar com alguns de seus textos no livro de artista, ‘{Maraña}’, da pintora Vitória {Santesmases}, bem como no livro-escultura, ‘Casas’, de Javier Flores, para além de diversas {antológicas} coletivas, tanto/golo de género poético como narrativo. ‘Mente de {azafrán}’, de próxima publicação, nos oferece uma perspectiva diferente e inovador, quase {surreal}, sobre/em relação a a magia do pensamento que nos sustenta. ‘{Insurreción} {metafísica}’ é o trabalho poético no qual agora investe seu tempo e ‘Mundos mínimos’, sua primeira exposição em solitário, na qual nos abre a porta até um sem-fim de universos diminutivos. Não se a percam, gostarão de.