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‘{Funky}’ com {rastas}

 

Abel López ‘{Free} {Mind}’, {womero} e artista do festival. - {FREE} {MIND}

09/05/2019

Seus {rastas} têm onze anos. Apenas se reconhece sem elas. Confessa que esteve tentado nalguma ocasião de dizer-lhes adeus por questões de trabalho. «Há muito preconceito». De facto, confessa que a última vez que ameaçou com cortá-las foi faz umas semanas justo antes de que lhe confirmaram que por fim neste ano faria parte do cartaz do Womad. Abel López (1980, Cáceres) é {camaleónico}. Embora seu estilo parece ser claro, ele prefere desafiar aos estereótipos e atreve-se com qualquer género. Parte do {reggae} mas lhe interessam mais ritmos, fusiona {funky}, {punk} norte-americano e {hip} {hop}. «{Empecé} fazendo metal, gosto o {reggae} mas me interessa a contundência das bases de {hip} {hop} embora eu canto, não {rapeo}», põe a manifesto.

Em Womad se sente em casa. Antes de ser protagonista foi espectador. Recorda as edições nas que fez parte do público. «Muitíssimas». «Eu via a meus amigos que atuavam e te entra uma coisa por dentro que te apetece subir-te a ti também», salienta. Agora lhe chegou o revezo e o compositor, autodidata, não oculta sua emoção. «É uma oportunidade, estou numa nuvem, é um dos concertos mais importantes de minha vida, tocar em Cáceres e em Womad é algo grande», aponta.

O cacerenho se subirá às tábuas do cenário para grupos emergentes extremenhos no sábado a partir das 19.00 horas junto a outros nomes da região que tem selecionado a cita/marcação/encontro para neste ano. «Estarei no cenário representando a pessoas extremenhas, isso me cheia ainda mais», defende. Terá uma hora para cumprir o propósito que se tem marcado: fazer dançar à pessoas. Também revela que no {show} mostrará o trabalho de seu novo selo ‘{Ocean} {of} {dreams}’. «Vai ser divertido, nos vamos a rir e vamos a usufruir, estará interessante», acrescenta. GEMA GUERRA