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O ‘caso das das carnes’ se estende a mais naves e investiga um delito ambiental

Registam empresas de Miajadas, Almaraz e Casar para além de o processo em Cáceres. A operação foi posta em marcha pela {Ucesic} e segue/continua baixo/sob/debaixo de secreto de sumário

 

Um momento do registo numa nave da carne em Cáceres, nesta semana. - FRANCIS VILLEGAS

G. GUERRA epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
23/10/2019

El ‘caso das das carnes’ se estende a mais naves da província e investiga um delito relacionado com o meio ambiente. Segundo confirmam a este diário/jornal fontes do caso, a investigação da Guardia Civil centra-se na destruição de resíduos de espécies cinegéticas e em nenhum caso está relacionado com a carne para o consumo humano.

Desse modo, à parte do registo que realizou na sede de {Taurica} e Simón esta segunda-feira, também realizou atuações paralelas em naves da província como Miajadas, Almaraz, também relacionadas com a gestão deste tipo de resíduos, e um armazém de incineração de animais em Casar de Cáceres. Também a unidade de Seguridad Ciudadana ({Usecic}) expropriou documentação. No caso da empresa {Taurica} e Simón, o registo se produziu tanto/golo na nave do polígono pecuário como na sede da rua São Felipe e a benemérita {incautó} material relacionado com esta atividade do transporte de resíduos, uma das vertentes de seu negócio que não se relaciona com a alimentação nem a venda de produtos das carnes para o consumo. Também não se relaciona com a recolhida de touros de lide.

El caso segue/continua baixo/sob/debaixo de secreto de sumário e a benemérita tem descartado oferecer nenhum detalhe sobre/em relação a a intervenção. El operacional/operativo teve lugar na segunda-feira de maneira paralela em várias localidades numa operação coordenada pela procuradoria. Na capital cacerenha o largo dispositivo da unidade de segurança cidadã chamou a atenção dos vizinhos/moradores e negócios próximos da praça/vaga de Itália, bairro no qual se localiza a sede de {Taurica} e Simón. El proprietário da empresa assegurou esta segunda-feira desconhecer o motivo dos registos. El mesmo empresário geriu o matadouro municipal de 2008 a 2014 e em 2018, com sua empresa {Taurica} e Simón, ganhou o concurso que convocou a Câmara Municipal de Cáceres mas por enquanto sua gestão segue/continua paralisada. Perguntado/questionado em relação, a Câmara Municipal de Cáceres descartou ontem também conhecer detalhes sobre/em relação a o operacional/operativo.