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Xadrez

 

FERNANDO VALDÉS Arqueólogo
15/04/2019

Um leva-se, às vezes, grandes surpresas em sítios inimagináveis. Me explico. Estive faz muito pouco/bocado na cidade galega de Ourense. Celebrava-se ali uma semana cultural de largo espectro, com muitas atividades e muito diversas, patrocinada pela Assembleia provincial Provincial. Uma estupenda ocasião. Pois bem, uma das sessões se dedicou ao jogo do xadrez. Se queria destacar o facto/feito de conservar-se no Museu Catedralício uma coleção –melhor dito, oito peças- dum, fabricado em vidro de rocha e de origem supostamente egípcia {fatimí} (século X). A tradição o associa a São {Rosendo} –{Rudesindus}-, abade de {Celanova}, bispo de {Dumio}, de {Mondoñedo} e de Santiago e, por isso, figura capital da Galiza {altomedieval}. Para além de convidar-me amavelmente a falar desse tipo de objetos islâmicos –muito estranhos- me acompanhou {Leontxo} García, acreditado jornalista, campeão e especialista nesse desporto. Nos deu uma estupenda conferência sobre/em relação a suas aplicações para o tratamento de certas patologias e para a integração social de determinados tipos de pacientes. A verdade, para mim foi toda uma revelação. Mas não lhes contaria isto se não fora porque referiu-se a Badajoz nuns termos que me deixaram {ojiplático}. Certamente se deva a meu muito {acrisolada} ignorância. Ao que parece, Extremadura, Badajoz, são referentes mundiais no referido às aplicações sociais e terapêuticas do xadrez. E tudo graças à lavor/trabalho do médico Juan Antonio Montero, psicólogo e presidente do Clube ‘{Magic} Extremadura’. ¿O sabiam vocês? Eu não.

Nunca {acabo} de surpreender-me o suficiente dalgumas das coisas que acontecem nesta região. Sempre lançando por ser e parecer modernos, com desigual êxito, e emprestando pouca atenção, ou muita menos da que se devesse, a algumas das coisas verdadeiramente importantes. Não sei se isso, ao que me {refiero}, tem pouco/bocado ou muito apoio oficial ou, decididamente, nenhum. Também não se o xadrez é um jogo muito difundido e fomentado em nossas colégios. De não ser assim, alguém devesse {planteárselo}. Se me {equivoco}, o que é fácil, peço perdão. Não todas as estatísticas são negativas. E eu me tenho tido que inteirar fora. Já me vale. Vontade tenho de conhecer ao {Dr}. Montero.