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Os vizinhos/moradores de Cerro Gordo urgem que se iniciem as obras da escola

Temem que se persiste a demora não se cumpram os prazos para que abra o curso escolar 2020-2021. A Junta diz que o atraso é pela taxa de resíduos, que, segundo a Câmara Municipal, estava «mau» calculada

 

O cartaz que anuncia a construção da escola em Cerro Gordo na parcela cercada sobre/em relação a a que se levantará. - S. GARCÍA

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
28/03/2019

Hace mais de um mês que esperam ver às máquinas trabalhando na parcela sobre/em relação a a que se levantará o nova colégio de Primária do bairro, mas até à data o único que se tem colocado são as grades e o cartaz. Os vizinhos/moradores de Cerro Gordo urgem que comecem as obras do centro educativo, pois temem que se a demora persiste possa implicar que se atrase o prazo previsto para sua abertura, o curso 2020-2021. «Estamos preocupados», reconheceu ontem o presidente de vizinhos, Antonio Osorio.

À inquietude dos vizinhos/moradores respondeu a Conselheria de Educação assinalando que o início dos trabalhos é «iminente». Segundo explicaram fontes deste departamento, o atraso no início das obras se deve a «uma discrepância» entre a empresa adjudicatária das mesmas, a {UTE} integrada por {Sehuca} SL e {Conedavi} {SLU}, e a Câmara Municipal De Badajoz quanto aos avais da gestão de resíduos que, segundo a construtiva, «já se estão negociando» com a câmara municipal. Não obstante, a conselheria assegurou que pediu à empresa que resolva o quanto antes estes trâmites para que a construção da escola «possa começar já».

No entanto, o vereador de Urbanismo, Celestino Rodolfo, negou ontem que a demora no início da obra seja por um desacordo entre a adjudicatária e a Câmara Municipal e criticou que a Junta responsabilize «sempre de sua incompetência» à Câmara Municipal de Badajoz.

Neste sentido, explicou que foi Educação quem apresentou «mau» o estudo de gestão de resíduos, que estabelecia a fiança que devia depositar a construtiva por este conceito/ponto em 52.000 euros, e que, uma vez advertido o erro, a requerimento da Câmara Municipal, apresentou um reformado do estudo aplicando o regulamento correta (o decreto regional 20/2011), fixando a fiança em 109.000 euros. Perante este bailador de cifras, a empresa apresentou um escrito/documento alegando que se tinha produzido um erro no cálculo, o que tem atrasado os trâmites, mas segundo enfatizou Rodolfo, foi por um «erro» da Junta, não da Câmara Municipal.

PARQUE INFANTIL / As obras do nova colégio não são as únicas das que estão pendentes os vizinhos/moradores de Cerro Gordo. Seu presidente, Antonio Osorio, mostrou o mal-estar dos residentes porque ainda não tenham começado as obras do parque infantil, que reivindicam desde há vários anos. Segundo assinalou, o acordo/compromisso da Câmara Municipal era que se iniciassem este mesmo mês, «mas por enquanto, não se vê movimento de nenhum tipo», lamentou, ao passo que recordou que no bairro há perto de 1.500 meninos de 0 a 12 anos que necessitam estas infraestruturas.

Fontes municipais assinalaram ontem que as obras do parque infantil se adjudicaram no passado 20 de Março, pelo que os trabalhos começarão em breve.

Também se queixaram os vizinhos/moradores de que a fonte continua «sem funcionar e com a água estancada», ao passo que suas lâminas de «ferro» representam um problema para a segurança, especialmente para a dos mais pequenos. A Câmara Municipal assegurou que se tem atendido sua reivindicação e nestes momentos se está elaborando um projeto para reformar a praça/vaga onde se encontra a fonte, que se manterá, mas se submeterá a «uma modificação importante». Esta atuação também prevê a remodelação e melhoria dos espaços livres.

Sobre/em relação a o {repintado} dos passos de peões e o reordenamento do trânsito para alargar as lugares de estacionamento no bairro, cujo atraso também criticam os vizinhos/moradores, a Câmara Municipal apontou que na passada semana se adjudicou a posta prestes a a sinalização horizontalidade e vertical na cidade, incluída a de Cerro Gordo, que começará na próxima semana e que se irá executando por zonas. Esta atuação leva preparada o reordenamento do trânsito para criar novos estacionamentos.

Osorio se queixou de que os investimentos a Cerro Gordo chegam a «conta-gotas» e assegurou que os vizinhos/moradores estão «cansados e {indiganados}» porque se sentem ignorados, apesar de que é um bairro que está «em contínuo crescimento» e no qual já residem quase 7.000 pessoas. Neste sentido, seu presidente instou às administrações a que pensem no futuro e se apresentem atuações que serão necessárias em pouco/bocado tempo, entre as que citou infraestruturas de lazer para os jovens, dada sua distância do centro da cidade. Também em repetidas ocasiões têm demandado que se planifique a construção de um instituto/liceu de Ensino secundário.