+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O vizinho/morador do Cerro de Reyes morreu pelo disparo no tórax

A vítima teria falecido embora não tivesse sofrido golpes na cabeça. Segundo os forenses, lhe causou uma hemorragia massiva e foi uma lesão «de morte direta»

 

Terceira sessão do juízo pelo crime em Cerro de Reyes, ontem. - S. GARCÍA

B. C.
25/10/2019

Eugenio González, o vizinho/morador do Cerro de Reyes ao que mataram na rua Federico García Lorca o 2 de Abril de 2017, faleceu pelo impacto de um projétil de arma curta no tórax, que lhe quebrou dois dos três {lóbulos} do pulmão direito, causando-lhe uma hemorragia massiva. Essa é a conclusão dos forenses que realizaram a autópsia à vítima, que ontem testemunharam no juízo que se segue/continua na Audiência Provincial contra Quadro Antonio M. S. e Luis Francisco R. T., acusados ambos de matar a este homem, ao que se conhecia como O Negro. O primeiro dia da vista oral, o primeiro deles reconheceu ser o autor dos disparos, enquanto o segundo negou terlo golpeado com um pau quando já estava no chão após ser {tiroteado}.

Segundo os forenses, o falecido, ao que a Polícia Nacional encontrou já inclinado na rua agonizando, apresentava também seis lesões na cabeça (entre o crânio e a face) causadas com um objeto «contundente, rígido, cilíndrico e manejado com violência», bem como outro impacto de bala no coxa (que não afetou ao osso) e arranhões nos antebraços, que poderiam enquadrar-se num forcejo prévio com um contrário. Não obstante, embora as feridas da cabeça sangravam {abundantemente}, sua morte se tivesse produzido igualmente sem elas, pois a lesão no tórax foi «de morte direta», segundo os forenses.

Segundo a autópsia, o projétil que lhe causou a lesão mortal entrou pelo braço, quebrando o {húmero}, e saiu para ingressar de novo no organismo pela axila, atravessar o pulmão e ficar alojado na coluna. Os forenses apontaram que quando recebeu o disparo tinha o braço direito fletido 90 graus, o que poderia intuir-se como uma posição defensiva e não tanto como que estivesse apontando com um arma. Os disparos os recebeu pela direita e não pela costas.

mais dum / O que não puderam determinar os forenses é que lesões se produziram antes, se as causadas pelo arma de fogo ou as que lhe provocaram com um objeto contundente, embora sim que «foram próximas no tempo». Também assinalaram os peritos que «o mais provável é que as {inflingiera} mais duma pessoa, embora não o podiam assegurar a cem por cento. Sobre/em relação a as feridas dos antebraços também não se tem podido concretizar com exatidão se eram do mesmo dia dos factos/feitos ou não, mas «não eram de três ou 4 dias antes».

Além disso, durante o juízo se deu a conhecer o relatório/informe clínico realizados aos dois acusados, que constata que nenhum deles apresenta alterações psicopatológicas ou {patrones} de consumo de droga que afetem a suas capacidades cognitivas e {volutivas}.

Também declararam ontem os agentes da Polícia Nacional que investigaram o caso, os que chegaram num primeiro momento ao lugar do crime e aqueles que detiveram aos acusados. Todos reconheceram a dificuldade para encontrar testemunhas diretos dos factos/feitos, bem como que conheciam as desavenças entre ambas famílias.

Junto ao cadáver encontraram-se um arma de fabrico caseiro (feita com dois tubos metálicos), bem como um taco compatível com ela, dois {vainas} {percutidas} de arma curta e um pau com restos de sangue. O arma com o que alegadamente se disparou à vítima não tem aparecido. Segundo o relato de Quadro Antonio M. S., se desfez dela lançando-la ao rio Guadiana após o acontecimento.