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A Uva contará antes de fim de ano com pistas desportivas renovadas

Para além de reparar os dois campos e arranjar o muro perimetral, se tem construído um centro social. O processo prevista no deteriorado parque de La Viña sairá a licitação o mês próximo

 

As pistas desportivas de A Uva, em obras. - S. GARCÍA

A. M. ROMASANTA badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
27/10/2019

Antes de que termine o ano os jogadores do Clube Juventude Uva e os meninos do ambiente poderão voltar às pistas desportivas que a Câmara Municipal De Badajoz está renovando dentro de fundos da estratégia {Dusi}, com um investimento superior aos 278.000 euros. Os cálculos da empresa construtiva Ao-{Senera} são que os trabalhos possam concluir em finais de Dezembro.

A presidenta da associação de vizinhos/moradores, Paqui Yáñéz, confia em que com a chegada do ano novo seu bairro tenha novas instalações desportivas, nas que não só/sozinho treinam os meninos do clube, que têm tido que começar a época nos campos do Viveiro, mas outros do ambiente que agora lhe dão ao bola na praça/vaga da igreja, cuja porta usam de baliza.

O Polidesportivo Municipal UVA, que assim se denomina, consta de dois pistas de futebol sala, que se mantêm iguais que estavam, mas se restauram na sua totalidade porque o pavimento estava {agrietado} e não reunia condições adequadas para a prática desportiva. Se arranjam completamente com novo pavimento. O encerramento do perímetro, que dá ao bairro, estava também em muito mau estado e apresentava {recrecidos} e consolidações mau executadas, segundo a arquiteta municipal, Begoña Galeano. O que se fez num lateral é reforçarlo antes de voltarlo a pintar e abriu-se mais a porta pela rua {Ardila}, pois as pistas estavam muito constrangidas no solar. No outro lateral se levantou um muro novo e se tem ganho espaço em todo o ambiente das pistas. O material escolhido foi betão por sua durabilidade e mínima manutenção. A obra principal do projeto consiste na edificação de um centro sociodesportivo com dois salas de aula duns 60 metros quadrados cada uma, numa só planta com um pátio interior, destinadas a atividades complementares. Antes de definir o projeto, os técnicos reuniram-se com a associação de vizinhos/moradores para conhecer suas necessidades.

Dentro se mantiveram os balneários e a habitação do guarda, cuja presença é muito necessária e onde existe outro acesso. A entrada principal se tem colocado pela rua Rocas, com uma largura de 4 metros e uma porta {corredera}, para que possam entrar veículos. As três portas do polidesportivo serão acessíveis, para salvar o principal problema deste bairro.

Existe um acordo/compromisso da corporação municipal de que as instalações levem o nome de Víctor Díaz, o menino de 5 anos que morreu atropelado por um autocarro quando seu patinete invadiu a calçada em Janeiro de 2018, mas a última palavra a terá sua família.

Com os fundos desta estratégia já se têm instalado semáforos de Pai {Tacoronte} e um {bidireccional} no acesso pelo túnel, onde se tem alargado a passeio/calçada e o projeto da reconstrução da proteção das vias. Pendente fica a adequação do parque de La Viña que sairá a licitação o próximo mês, segundo a Câmara Municipal.