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Urgem que se acredita uma rede de hortos urbanos na cidade

A plataforma que os promove já apresentou um projeto piloto e um regulamento. Amanhã terá uma mesa redonda para difundir as vantagens destes espaços

 

Vizinhos/moradores de Suerte de Saavedra em seu horto urbano, ontem. - S. GARCÍA

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
24/10/2019

Son tudo benefícios. É o que defende a Plataforma de Hortos Urbanos Sustentáveis para a Cidade de Badajoz sobre/em relação a estes espaços que já funcionam noutras muitas povoações da região e de Espanha, mas cuja posta em marcha está ainda pendente na capital de Badajoz. Foi em Outubro de 2017 quando mais duma trintena de coletivos assinaram um manifesto para reivindicar perante a Câmara Municipal a criação duma rede de hortos urbanos e solicitar que se {cedieran} terrenos municipais sem uso em Santa {Engracia}, Llera, As {Moreras} e Suerte de Saavedra para localizá-los, com a ideia de estendê-los depois ao resto de bairros.

Dois anos depois, segundo a plataforma, não têm um acordo/compromisso firme/assine da Câmara Municipal em relação e só/sozinho contam com o «interesse/juro» mostrado pelo vereador de Ambiente, Jesús Coslado, numa reunião que mantiveram faz apenas quinze dias para apresentarle o projeto.

Querem mais e por isso se têm adiantado à administração e já faz tempo que fizeram chegar tanto/golo ao plantel/elenco de governo como a todos os grupos políticos com representação municipal um anteprojeto piloto e um rascunho/esboço/minuta do regulamento que regularia sua gestão. Este último contempla, entre outras questões, que seriam os coletivos aqueles que os geririam em colaboração com a câmara municipal através de uma comissão de seguimento, bem como o sistema de adjudicação, que se cultiva e que produtos se utilizam, pois a ideia é salvaguardar a tradição agrícola e promover os cultivos ecológicos. O regulamento também estabelece a proibição de comercializar com as colheitas, pois trata-se de uma iniciativa sem fins lucrativos.

SILÊNCIO ADMINISTRATIVO / Em Março deste ano, «perante o silêncio» administrativo da Câmara Municipal, a Associação de Vizinhos/moradores de Suerte de Saavedra pôs em marcha seus primeiros hortos urbanos. Um na escola Manuel Pacheco, duns 50 metros quadrados, e outro junto à sede de vizinhos, duns 150 metros. Já têm recolhido seus frutos, não só/sozinho no que se refere às hortaliças, mas têm visto como escolares e professores se implicam a fundo neste projeto, conhecendo a agricultura tradicional, e como o horto junto ao local da associação serve de ponto de encontro para os vizinhos/moradores, muitos deles jubilados, que fazem exercício físico ao trabalhamos/trabalhámos a terra.

Por este motivo, defendem o interesse/juro educativo, social e de saúde desta iniciativa, que também permitiu ter acondicionado um solar no qual antes só/sozinho cresciam más ervas e que tinha que {desbrozar} várias vezes ao ano.

Para não deixar que este projeto caia no esqueço ––já se orçamentaram 100.000 euros, que não se executaram e inclusivamente se apresentou a possibilidade de financiar a iniciativa com fundos da {Edusi}–– e também com o objetivo de difundir suas vantagens entre a {ciuadadanía}, a plataforma celebrará amanhã uma mesa redonda na Residência Universitária Hernán Cortés (19.00 horas), na qual participarão diferentes conferencistas com experiência nesta matéria. Assim, Pablo de Olavide, médico em Geografia falará das razões técnicas {mediomabientales}, ecológica, educativa e de convivência que geram os hortos urbanos na cidade; Luis Rodríguez, da Casa dos Sentidos, exporá projetos e ideias elaborados para fazer realidade esta rede; e Fernando Gonçalve, presidente da Associação de Vizinhos/moradores de Suerte de Saavedra, dará testemunho da experiência em seu bairro.

Este último, acompanhado por outros membros da plataforma como Alonso Sánchez, a vereadora do PSOE Rita Ortega, e {Rodolfo} Jaime, apresentaram ontem a mesa redonda e suas reivindicações para que Badajoz conte com esta rede de hortos urbanos o quanto antes. Se a Câmara Municipal não compromete-se, estão dispostos a ocupar outros espaços públicos em diferentes bairros para dar-lhes este fim.